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<< ESPORTE André Brasil faz vaquinha virtual para processar IPC

Publicada em 17/11/2021 às 22:41
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(Foto: Abr)
O nadador paralímpico André Brasil processa, desde abril de 2019, o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) buscando uma revisão do processo que o considerou inelegível para a prática do esporte adaptado.  A justificativa do órgão que rege o paradesporto mundial é de que, na ocasião, ocorreu uma reclassificação em diversas modalidades, entre elas a natação. Com essa mudança, o brasileiro, que antes estava na classe S10 (aquela que reúne os atletas de menor comprometimento funcional), passou a estar fora do padrão para seguir nadando oficialmente. Dessa forma, ele está impedido de participar de qualquer competição.
 
Segundo o atleta, a decisão do IPC não levou em consideração tecnologia, ciência, imagens subaquáticas (no caso da natação) e exames médicos. “Infelizmente, não sou o único atleta a passar por esse tipo de situação perante o IPC. Muitos atletas de basquete em cadeiras de rodas que se classificaram para os Jogos Paralímpicos de Tóquio também foram repentinamente notificados de que não poderiam mais competir, pois o IPC decidiu alterar as regras de classificação. Atletas de tênis em cadeira de rodas enfrentaram o mesmo desafio, mas seu comitê local conseguiu negociar com o IPC um período de transição para permitir que competissem em Tóquio”, declarou.
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