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Publicada em 04/11/2021 às 21:55
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A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba (Aeas) protocolou um documento junto à Prefeitura nesta quinta-feira (4), acompanhado de um abaixo-assinado com a participação de mais de 150 apoiadores, totalizando 650 pessoas, a maioria da própria cidade, mas também muitos da região, de várias partes do Brasil e até de outros países, apontando falhas e imprecisões no atual sistema de aprovação de projetos habitacionais dentro do Município. Anteriormente, a diretoria da entidade, representada pelo presidente, o engenheiro eletricista Heverton Bacca, e por diretores, como o engenheiro civil Henrique Deliberali e o arquiteto Eduardo Gatti, já haviam estado no Paço com os secretários municipais Paulo Henrique, do Planejamento, e Fausto Bossolo, da Administração, apresentando tais demandas, quando foram orientados a elaborar tal documento, com prazo de uma semana para análise por parte da Secretaria de Planejamento, com previsão até 11 de novembro para um parecer efetivo.

Entre essas demandas envolvendo demandas de engenheiros, arquitetos, técnicos e tecnólogos, profissionais devidamente registrados em seus conselhos de classe (Crea/CAU/CRT), está a solicitação para que a Prefeitura faça, de forma urgente, alterações substanciais no procedimento de aprovação de projetos e que, segundo eles, há décadas vem desagradando e causando transtornos e prejuízos incalculáveis a esses profissionais, ao mercado de trabalho e à população em geral. O pleito dos profissionais, como destaca o presidente da Aeas, é no sentido de que possam trabalhar a agilidade desse universo de aprovação de obras na cidade, “que deveria ser muito mais ágil e poderia evoluir de forma mais rápida e melhor”.

Outra informação relevante é de que, inclusive, já existiria na Prefeitura um planejamento com várias modificações que poderiam acontecer no sistema de aprovação de projetos dentro do Município, beneficiando igualmente pessoas que também têm questão de financiamento bancário e necessitam de aprovação mais rápida. Como asseverou o vice-presidente Henrique Deliberali, no primeiro encontro no Paço, a dificuldade que o cidadão tem hoje em obter todas as documentações necessárias para o financiamento bancário é muito grande, visto que a liberação do alvará e do projeto legal tem demorado muito na Prefeitura de Sorocaba. “Nós expusemos justamente essas situações na reunião e propusemos algumas sugestões de solução com base em leis municipais existentes em outros municípios, de forma a dar celeridade ao processo e o cidadão sorocabano não perder o sonho da casa própria”, explicou.

 

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