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<< EDITORIAL A lógica da vacinação

Publicada em 05/10/2021 às 20:26
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Apesar de os novos casos e das mortes em consequência da Covid-19 que surgiram no final de setembro em alguns pontos do Pais, é preciso ressaltar que a vacinação contra a doença tem avançado em todo o Brasil. Como reflexo disso, pode-se dizer que aumenta cada vez mais o número de brasileiros imunizados, embora ainda existam muitas pessoas que preferem não receber a vacina, ignorando a sua importância, apesar de todas as recomedações feitas pelos órgãos de saúde. Elas esquecem que a proteção coletiva, como se constatou durante os primeiros vinte dias de setembro, só se estabelece com o mínimo de 80% das pessoas imunizadas. Diante disso, é de suma importância uma atenção maior para este fato, com cada um fazendo a sua parte e vacinando-se quando for convocado em sua respectiva faixa etária. 
Há que se destacar que, com o aumento da vacinação, também surgiu o debate sobre sua obrigatoriedade, já que hoje em dia a ideia em curso é a necessidade de todo e qualquer segmento da sociedade cobrar de maneira mais intensa a imunização de todos. Sabe-se, por exemplo, que muitos países passaram a condicionar determinadas atividades somente a pessoas vacinadas. Trata-se de uma tendência que está se verificando em quase todas as partes do planeta, inclusive no Brasil, sendo muito importante a colaboração de todos no combate à pandemia que há quase dois anos vem atormentado a vida de todo mundo. Essa, talvez, seja realmente uma forma de garantir o máximo de segurança sanitária às pessoas. Por mais que ninguém seja obrigado a tomar a vacina, quem se recusar a isso poderá enfrentar problemas no trabalho que desenvolve ou na hora de conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho.
 

"Quando se trata do bem-estar coletivo, todos devem fazer a sua parte no sentido de que tudo possa melhorar o quanto antes para todo o conjunto da sociedade"

 
O fato é que, por mais que nem todos concordem com isso, nestes tempos em que a pandemia não dá trégua a ninguém e prejudica todas as atividades econômicas, há que se adotar medidas em benefício de toda a população. O que deve prevalecer é a compulsoriedade que não se dá por meio de violência ou de obrigatoriedade, mas levando-se em conta a própria lógica das coisas e a necessidade de que tudo deve melhorar para todos.
Dessa forma, ao que se constata, nem o Supremo Tribunal Federal (STF) é contra a exigência compulsória da vacinação para todos os brasileiros. Quando se trata do bem-estar coletivo, todos devem fazer a sua parte no sentido de que tudo possa melhorar o quanto antes para todo o conjunto da sociedade.
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