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<< BRASIL Na ONU, Bolsonaro fala em Covid, Amazônia e investimentos Abertura do evento é feita tradicionalmente pelo presidente do Brasil

Publicada em 21/09/2021 às 20:31
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(Foto: Abr)
O presidente Jair Bolsonaro discursou na 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nesta terça-feira (21), a investidores internacionais e ao público interno bolsonarista. Em 12 minutos, referiu-se à imprensa, falou sobre o combate ao desmatamento na Amazônia, enalteceu as manifestações de 7 de setembro e insistiu em práticas no combate à pandemia de Covid-19, com críticas ao lockdown e apoio ao tratamento precoce. Voltou-se também ao investimento internacional. 
 
“Venho, aqui, mostrar o Brasil diferente daquilo publicado em jornais ou visto em televisões. O Brasil mudou, e muito, depois que assumimos o governo em janeiro de 2019. Estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção”, disse o presidente, primeiro chefe de Estado a falar, como manda a tradição. “O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição e seus militares, valoriza a família e deve lealdade a seu povo”, reforçou. 
 
Bolsonaro ressaltou, ainda, que, antes, as estatais davam prejuízos de bilhões de dólares, contudo, hoje, são lucrativas. “Nosso Banco de Desenvolvimento era usado para financiar obras em países comunistas, sem garantias. Quem honra esses compromissos é o próprio povo brasileiro. Tudo isso mudou. Apresento, agora, um novo Brasil com sua credibilidade já recuperada”, frisou, voltando a falar do combate à pandemia. “Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce.”
 
Quanto à Amazônia, o presidente disse haver uma redução de 32% no desmatamento no mês de agosto, quando comparado a agosto do ano anterior. “Qual país do mundo tem uma política de preservação ambiental como a nossa?”, questionou, defendendo, assim como nos discursos de 2019 e 2020, que o governo tem trabalhado pela preservação da Amazônia. Repetiu, também, que o País usa apenas 8% de seu território para a agricultura. 
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