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<< EDITORIAL As novas e mais graves variantes

Publicada em 26/08/2021 às 18:25
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Não deixa de ser uma triste realidade dos tempos que vivemos o anúncio feito pelos órgãos de saúde de que a variante Delta deverá alcançar em setembro o seu ponto máximo de contaminação e letalidade no Estado de São Paulo, a exemplo do que já está acontecendo no Rio de Janeiro. Esse fato, se realmente vier a ocorrer da maneira intensa que se espera é mais um episódio da nova onda de um vírus que ameaça se expandir para deixar mais um rastro de vítimas fatais por todo o Brasil. Daí os cuidados que devem continuar sendo tomados por toda a população para evitar que o pior continue a seguir em frente justamente quando a intensidade da covid-19 passa por um momento de desestabilidade, com a redução de novos casos da doença e de menos pessoas internadas nos hospitais do País.

O fato é que depois de quase dois anos em que a doença se expandiu pelo mundo, ainda não é hora de se acreditar que as suas tristes consequências vão desaparecer de uma hora para outra como por encanto. Como dizem algumas autoridades sanitárias que há anos se dedicam a combater todos os tipos de vírus, ainda é cedo para que a covid e suas variantes possam ser eliminadas a qualquer momento.

"Por enquanto não se pode ignorar os fatos, favorecendo-se as novas manifetações de uma doença que ainda não está vencida e pode continuar causando perdas irreparáveis de vidas humanas"

A luta contra esse mal ainda é intensa e deve continuar por muito tempo, sendo errado achar que alguma coisa de tão graves proporções poderá ser erradicada de forma definitiva. Ainda não se sabe, por exemplo, qual a eficácia das vacinas que estão sendo produzidas e aplicadas no mundo todo. Como se observa, elas podem até estar trazendo alguns resultados que já eram esperados em várias regiões do planeta, mas é cedo para que possam ser vistas como ideais para a erradicação completa da doença. Basta lembrar que o Ministério da Saúde já anunciou a aplicação da terceira fase para a imunização de pessoas idosas. Isso significa que as duas doses anteriores ainda não obtiveram os resultados realmente esperados.

Dessa forma, todos os cuidados continuam sendo dos mais importantes para ninguém deixar de lado a luta contra uma doença que ainda pode trazer tristes consequências para grandes contingentes de brasileiros. Por tudo isso não se pode ignorar nada, favorecendo-se as novas manifestações de uma doença que ainda não está vencida e pode continuar causando perdas irreparáveis de vidas humanas. Ao contrário do que muitos pensam, ainda não chegou a hora de ignorar a existência da doença. Acima de tudo, a prudência de todo mundo é que deve continuar sendo levada em conta.                         

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