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<< BRASIL Diretor diz que FIB Bank não é banco, mas empresa de garantia

Publicada em 25/08/2021 às 21:44
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Roberto Ramos Júnior prestou depoimento na CPI da Pandemia
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado ouviu nesta quarta-feira (25) o diretor-presidente da FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Júnior. Ele disse aos senadores que, apesar do nome, a FIB Bank não é um banco, tampouco uma seguradora. Trata-se de uma sociedade anônima que presta garantias fidejussórias, amparada pelo Código Civil.  A empresa apareceu como garantidora de R$ 80,7 milhões do contrato para a compra da vacina indiana Covaxin, intermediado pela Precisa Medicamentos junto ao Ministério da Saúde. A carta de fiança do FIB Bank era parte do processo de aquisição do imunizante, que previa 20 milhões de doses negociadas a R$ 1,6 bilhão. 
 
No termo de contratação da vacina, havia a obrigação de uma garantia no valor de 5% do total contratado. A compra acabou cancelada pelo ministério, antes de ser paga, após denúncias de irregularidades no processo. No início do depoimento, Ramos afirmou que o FIB Bank é uma “pequena” empresa. No entanto ele arrancou risos dos senadores ao revelar que o capital da empresa soma R$ 7,5 bilhões. O montante vem da integralização de dois imóveis: um no Paraná e outro em São Paulo. “Ele é administrador de empresa, dizer que uma empresa que tem capital social de R$ 7,5 bi é uma empresa de pequeno porte eu não sei mais o que é de médio e grande porte”, ironizou o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD).
 
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