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<< REGIÃO MPT investigará acidente em Taguaí

Publicada em 26/11/2020 às 22:34
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O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Sorocaba autuou na tarde de quarta-feira (25) uma representação (Notícia de Fato – NF) contra a Stattus Jeans Indústria e Comércio Ltda. e a Star Fretamento e Locação Eireli - EPP, com o objetivo de investigar a responsabilização das empresas no trágico acidente rodoviário que vitimou 41 pessoas em Taguaí.

Anteontem, por volta das 7 horas, um ônibus com funcionários da Stattus Jeans, que os transportava para o local de trabalho, colidiu com um caminhão no Km 171 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho (SP-249), que interliga Taquarituba a Taguaí, municípios próximos a Avaré, na região sudoeste do Estado, levando dezenas de funcionários a óbito.

Uma força-tarefa composta por representantes da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica do Estado se mobilizou para fazer a identificação dos corpos, tendo a participação da Polícia Militar na preservação do local do acidente. A Delegacia de Taguaí é responsável pelo inquérito policial que apura os fatos.

A representação do MPT, instaurada mediante ofício, foi distribuída para um procurador nesta quinta-feira (26).

APOIO PSICOLÓGICO – Por outro lado, a equipe técnica do Centro de Referência e Apoio à Vítima (Cravi), um programa da Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado, também segui para Taguaí/Taquarituba, para prestar atendimento psicológico e social aos familiares das vítimas do acidente em que o ônibus levando os operários colidiu frontal e violentamente contra um caminhão carregado de esterco.

Os profissionais fazem plantões no Instituto Médico Legal (IML) de Avaré para acolher as famílias das vítimas e, posteriormente, encaminhá-las para a rede de serviço municipal. Os plantões de atendimentos do Cravi se estenderão durante o tempo que for necessário.

O coordenador do Cravi, Bruno Fedri, entrou em contato com o coordenador da Defesa Civil do Estado de São Paulo, Walter Nyakas Jr., com o secretário de Saúde da Prefeitura de Itai, onde residia a maior parte das vítimas, Luís Gustavo, e com o diretor do IML de Avaré, dr. José Carlos, para estabelecer o fluxo de atendimento com a rede do Município.

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