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<< BRASIL Dívida pública encerra ano em R$ 3,113 trilhões

Publicada em 26/01/2017 às 07:14
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A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo, encerrou 2016 em R$ 3,113 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Tesouro Nacional. O resultado está dentro da margem estimada pelo Plano de Financiamento Anual para 2016, que projetou a dívida entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões. Em 2015, a dívida pública federal encerrou o ano em R$ 2,793 trilhões. 
 
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna, em circulação no mercado nacional, teve seu estoque elevado ao passar de R$ 2,650 trilhões para R$ 2,986 trilhões. Por sua vez, o estoque da Dívida Pública Federal externa recuou de R$ 142,8 bilhões para R$ 126,5 bilhões. A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. 
 
Também a variação pode dar-se pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. A redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. De acordo com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, o Brasil prevê recuperações. 
 
Ela ressalta que o País deve recuperar o grau de investimento e voltará a uma queda da dívida pública. Ela ressaltou, contudo, que o Tesouro, responsável pela gestão da dívida, está lidando com o atual cenário econômico com os pés no chão e fazendo a melhor combinação possível entre risco e custo. Ana Paula fez a afirmação em referência a mudanças no perfil da dívida projetada no Plano Anual de Financiamento para 2017.
 
O governo prevê uma tendência de alta dos títulos vincendos em 12 meses, ou seja, com prazo mais curto. Neste ano, eles devem representar de 16 a 19% da composição da dívida. Nos próximos anos, devem situar-se abaixo de 20% da dívida pública federal, mas a partir de 2021 devem crescer por conta dos vencimentos de LFTs, que são títulos pós-fixados, cuja rentabilidade segue a variação da Selic, taxa básica de juros. 
 
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