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<< REGIÃO CBA potencializa programa `Jovens Aprendizes´ em Alumínio

Publicada em 15/09/2016 às 08:22
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De acordo com a pesquisa divulgada no final de julho pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os jovens entre 14 e 24 anos são os mais afetados pelo desemprego. No primeiro trimestre de 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego alcançou 11,2%, 3,2 pontos percentuais acima do observado no mesmo período do ano anterior. Assim, visando à excelência do Programa de Aprendizagem da empresa e a qualificação dos jovens para o seu ingresso no mercado de trabalho, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), em parceria com o Senai Antônio Ermírio de Moraes, promoveu recentes melhorias no programa, desenvolvido no município de Alumínio. 
 
Quatro importantes mudanças foram realizadas: a adaptação dos cursos oferecidos pelo Senai, interligando-os às vagas de emprego geradas pela CBA; a readequação da carga horária, garantindo que o jovem aprendiz tivesse a mesma quantidade de aulas teóricas e práticas; a inclusão de 40 horas na grade curricular relacionadas à Segurança; e o método de seleção de jovens para o programa. De acordo com Maria Eugênia Lopes, gerente de Atração e Desenvolvimento da CBA, a necessidade da reformulação surgiu com o intuito de fazer com que o Programa fosse mais do que uma opção de capacitação de mão de obra e sim uma porta de entrada para a organização e mercado regional, além de permitir trabalhar o pool sucessório dos nossos atuais profissionais. 
 
Dessa maneira, a primeira alteração foi a inclusão de novos cursos na grade curricular da Escola Técnica, como os de Mecânico de Manutenção Industrial e Operador de Processos Metalúrgicos. “Essa mudança foi baseada na ideia de trabalhar olhando para o futuro. Os cursos desenvolvidos junto com o Senai são fundamentais para alimentar a base de operação da empresa. No passado, por exemplo, era necessário buscar um profissional sem experiência para essas vagas e capacitá-lo internamente, utilizando somente a prática, o que levava um ou dois anos. Atualmente, recebemos o jovem capacitado tecnicamente e trabalhamos o desenvolvimento com foco nos valores e crenças da CBA”, explica Maria Eugênia.
 
Outra adaptação, de acordo com a gerente, foi a readequação da carga horária e do conteúdo dos cursos. Por meio de uma proposta apresentada por especialistas da CBA, foi analisado se o que era oferecido nas aulas teóricas atendia as necessidades vivenciadas na prática, além da inserção da disciplina Segurança. “A inserção da disciplina Segurança, por exemplo, tem como objetivo reforçar que na CBA esse tema é, de fato, um valor inegociável. Essa é uma forma de garantir que o profissional, depois da formação, esteja alinhado à cultura da segurança aplicada na empresa”, ressaltou. 
 
A última mudança no Programa é a maneira como as inscrições são realizadas. O diretor do Senai de Alumínio, Adriano Ruiz Secco, conta que, anteriormente, a seleção era feita por meio de cartas de indicação de jovens entregues pelos profissionais da CBA, que posteriormente passavam pela seleção da instituição. “Atualmente, as inscrições são realizadas de duas maneiras. Além das cartas de indicação dos empregados da empresa, as escolas analisam os alunos matriculados e indicam ao Senai os de melhor desempenho, ou seja, com as melhores notas. Após as indicações, os alunos são selecionados através de uma avaliação, ” explica Secco. 
 
Para Maria Eugênia, a reformulação do Programa permitiu ter uma ferramenta mais eficaz na busca de alunos interessados em crescer e contribuir, além de profissionais mais qualificados.
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