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<< POLÍTICA Partido vai ao STF tentar adiar votação da sentença da pronúncia

Publicada em 09/08/2016 às 06:34
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O líder da oposição no Senado, o petista Lindbergh Farias, afirmou que o PT iria pedir ao Supremo Tribunal Federal que adiasse a votação desta terça-feira (9) da sentença da pronúncia da presidente afastada, Dilma Rousseff, após a divulgação pela revista “Veja” de que o empresário Marcelo Bahia Odebrecht declarou ter repassado R$ 10 milhões em dinheiro vivo ao PMDB, a pedido do presidente em exercício, Michel Temer. 
 
O argumento do petista é que, se Temer for efetivado na presidência, ele não poderá ser investigado pela “Lava-Jato”. Como argumento, ele citou o artigo 84, parágrafo 4º da Constituição, para dizer que o presidente, na vigência de seu mandato, não poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício das suas funções. “Se a presidente Dilma for afastada, o presidente Temer estará blindado”, disse Lindbergh. 
 
Ele defendeu, ainda, o afastamento imediato dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), e das Relações Exteriores, José Serra (PSDB), em razão de acusações referentes à “Operação Lava-Jato”. Padilha, segundo a “Veja”, teria recebido R$ 4 milhões exigidos por Temer a Odebrecht. Ele também participou do encontro em que Temer teria pedido a Marcelo Odebrecht apoio financeiro para o PMDB. 
 
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