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<< Votorantim busca flexibilização dos horários para o comércio

Publicada em 13/01/2021 às 17:58
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A prefeita de Votorantim, Fabíola Alves da Silva Pedrico, busca junto ao Governo do Estado, a exemplo da Prefeitura de Sorocaba, não regredir à Fase Laranja do Plano São Paulo de combate à pandemia do novo coronavírus, permanecendo na Fase Amarela. Em documento encaminhado ao Palácio dos Bandeirantes, Fabiola destaca que os números relacionados à Covid-19 no Município são mais favoráveis do que aqueles de outras cidades paulistas apresentados pelo Governo Estadual em 8 de janeiro e que colocaram algumas delas na Fase Laranja, mais restritiva.

De acordo com documento do Departamento de Vigilância Epidemiológica local, a ocupação do sistema de saúde votorantinense encontra-se abaixo de 70% (53,5%) e a taxa de leitos de UTI Covid/100 mil habitantes acima de 5 (11,3/100mil). No acompanhamento da evolução da epidemia, verifica-se uma taxa de novos casos por 100 mil habitantes de 360, taxas de internações abaixo de 30 (23) e novos óbitos entre 3 e 8 (5,7). “Diante desses números, observa-se que os dados da Secretaria de Saúde da Prefeitura demonstram que Votorantim tem a capacidade de pleitear junto ao Comitê de Contingenciamento do Covid-19/Plano São Paulo a permanência do Município na fase 3 (Amarela), mas respeitando as diretrizes do Governo do Estado e visando uma melhor adequação do Plano São Paulo”. 

A reabertura do Comércio, Serviços e Educação, sem descuidar dos cuidados com a higiene associados ao uso constante de máscaras, sinalizará de forma clara para a população, como defende a nova prefeita, “a retomada da economia e do trabalho”. 

Votorantim possui 293 estabelecimentos classificados, em sua grande maioria, como lanchonetes, restaurantes, mercearias, pizzarias e pastelarias, com horários de atendimento até às 22 horas e 93 que funcionam até às 24. A prefeita argumenta ainda que a não flexibilização prejudicaria mais de 68% dos estabelecimentos deste seguimento, afetando, consequentemente, toda uma cadeia econômica do Município, entendendo “ser viável flexibilizar os horários de funcionamento de estabelecimentos como shoppings, galerias e congêneres, comércios e serviços, salões de beleza, barbearias e academias”. “A extensão e flexibilização dos horários, aliadas ao atendimento de 40% da capacidade total, atendem, de forma mais eficaz, as medidas de distanciamento social, evitando-se a aglomeração das pessoas dentro de horários reduzidos e a disseminação do coronavírus”.

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