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<< EDITORIAL Vacinação e economia

Publicada em 16/12/2020 às 21:57
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Com todos os problemas econômicos, políticos e sanitários que atormentam a vida da população em geral, todo mundo já sabe que é praticamente certo que o Brasil será obrigado a continuar enfrentando grandes desafios logo nos primeiros meses de 2021, que está prestes a chegar. E entre eles estão o endividamento público, que atualmente passa dos R$ 5 trilhões, e a questão das vacinas contra o novo Coronavírus que não para de impactar os brasileiros. Sabe-se, também, que o restante do ano deverá ficar por conta da iniciativa privada, que já vem atribuindo sua capacidade de recuperação justamente à eficácia que as vacinas precisam ter. 

Daí a razão de muitos economistas estarem mostrando a importância que elas representam para a economia, cujo desempenho, através das empresas, vai estar diretamente ligado ao sistema de imunização que deverá ser adotado, já que disso, de uma forma ou de outra, dependerá a boa saúde dos trabalhadores para reanimar todo o processo produtivo do País. E o fato de boa parte da população não estar animada em tomar esta ou aquela vacina, poderá comprometer o trabalho de imunização, embora a maioria das pessoas esteja muito ligada à importância de todas as vacinas que ao longo de tantos anos foram aplicadas contra uma série de doenças no País.  
"O ideal é evitar o quanto antes o prolongamento dos problemas, com o governo federal fazendo tudo que for necessário  para que o programa de vacinação tenha sucesso em todo o País" 

O fato, no entanto, é que existem focos de resistência que podem conspirar contra a eficiência e eficácia da imunização que se pretende. As coisas têm tudo para se complicar se a adesão acabar sendo devagar, com muita gente preferindo esperar por um resultado negativo no que diz respeito a um eventual efeito nocivo para decidir depois se realmente vai se proteger como se deve contra o avanço da pandemia. Há que se levar em conta, principalmente, que ela vem atacando de forma mortal os brasileiros em geral, prejudicando de todas as maneiras a recuperação da economia e a elevação do número de desempregados no Brasil. Considerando-se que o ideal é evitar o quanto antes o prolongamento dos problemas, o governo federal deve fazer tudo que for necessário para que o programa de vacinação tenha sucesso em todo o País, contribuindo de fato para que as pessoas possam respirar melhor e a economia não continue em marcha-lenta. O que se espera do presidente Jair Bolsonaro, do Ministério da Saúde e de toda a sociedade são iniciativas que possam ser mais animadoras no que diz respeito à imunização de todos. Acima de tudo, ninguém deve deixar de prestigiar a ciência.

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