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<< POLÍTICA Boulos pega carona na fala de Trípoli e tece críticas a tucano Candidato do Psol fez campanha no centro de São Paulo

Publicada em 18/11/2020 às 21:18
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(Foto: Cyla Ramos/Fotos Públicas)
O candidato do Psol à Prefeitura, Guilherme Boulos, teceu críticas aos ataques contra ele feitos pela campanha de seu adversário, Bruno Covas (PSDB). “Bateu certo desespero”, disse Boulos nesta quarta-feira (18) em agenda no centro de São Paulo, em um ato que, mais uma vez, provocou aglomeração em meio à pandemia. 

A fala do proponente fez menção a um comentário do ex-deputado federal, Ricardo Trípoli (PSDB), da campanha de Covas. Trípoli disse que Boulos mata a mãe para ir ao baile de órfãos. A referência seria ao fato de o candidato do Psol ter deixado sua casa para viver com membros de movimento social.

Covas já se desculpou junto ao adversário por conta do discurso, contudo Boulos aproveitou para ataques. “Uma coisa que me deixou surpreso no início deste segundo turno é a raiva da campanha do Bruno Covas”, disse, voltando a citar o discurso do tucano pós-apuração em que Covas fala sobre derrotar o radicalismo.

Ontem, Boulos fez uma caminhada do Mosteiro de São Bento ao Theatro Municipal. Ele estava acompanhado de Jilmar Tatto, do PT, e Orlando Silva, do PCdoB, derrotados no primeiro turno, que levaram suas respectivas militâncias. A concentração de pessoas desrespeitou, mais uma vez, o distanciamento social.

APOIO – O PDT vai apoiar a candidatura de Boulos no segundo turno. A decisão foi confirmada pelo presidente municipal do partido, Antônio Neto, após encontro com o presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, na tarde desta quarta-feira. O anúncio oficial será feito no diretório estadual do partido nesta sexta-feira (20).

“Estamos aguardando a decisão do PSB e do próprio Márcio, queremos trazê-los. Mas decidimos o seguinte: ou faremos juntos, ou separados”, afirmou Neto. Já o presidente do Psol disse ter recebido as primeiras contribuições programáticas do PDT e adiantou não estar trocando favores nem secretarias. “É um debate de políticas”, ressaltou. 
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