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<< SOROCABA Inadimplência continua registrando queda em Sorocaba

Publicada em 17/11/2020 às 21:46
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Pelo décimo mês consecutivo, os índices da inadimplência do banco de dados da Associação Comercial de Sorocaba, administrado pela Boa Vista SCPC, vem registrando queda em suas informações que têm o objetivo de auxiliar as empresas na concessão de crédito. O número de CPFs negativados caiu de 55.336 para 54.764 em outubro - no ano, a queda é de 19% na cidade.

A quantidade de registros (dívidas apontadas no sistema) passou de 84.424 para 82.880. Nos últimos doze meses, a baixa foi de 27,67%. Estima-se que, em média, cada pessoa tem dois pagamentos em atraso. Os valores devidos somam aproximadamente R$ 45.766 milhões, contra R$ 46.999 milhões, um declínio de 2,62% em comparação com setembro e 30% no ano.

Para o setor de economia da Associação Comercial, que atua em parceria com a Esamc Jr., estes números corroboram com a melhoria que as pequenas empresas sentiram no terceiro trimestre de 2020, quando viram sua atividade econômica aumentar. Isso gera, mesmo que tímida, uma espiral ascendente e novas oportunidades.

O Índice de Confiança publicado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) demonstrou claramente, aliás, que a segurança das pequenas empresas tem aumentado, sendo sua média histórica é de 45,6 e, no terceiro semestre, foi para 52,4. Esse índice vai de 0 a 100 e os números a partir de 50 demonstram confiança pelo empresariado.

O índice de desempenho para o terceiro semestre ficou em 52,3 contra 49,7 no segundo semestre, sendo que a média histórica é de 42,9.

DADOS ANIMADORES - Em relação às perspectivas, os dados são ainda mais animadores, segundo a Associação Comercial, visto que, em setembro, o valor estava em 59,7 e, em outubro, 59,5, uma ligeira baixa, “mas ainda mostrando claramente que os empresários têm fé nas melhoras da Economia”. “Os números da inadimplência caindo e o empresariado acreditando mais na Economia parecem indicar que este final de ano será um pouco menos nefasto do que foi considerado em março de 2020, quando iniciou-se a pandemia e a quarentena. Que estes números continuem a melhorar”, ressalta a economista Carla Giuliani.

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