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<< BRASIL Se houver segunda onda, governo pagará auxílio Guedes considera baixa possibilidade de nova onda da Covid-19

Publicada em 12/11/2020 às 21:13
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(Foto: Agência Brasil)
O governo voltará a conceder o auxílio emergencial aos brasileiros em situação de vulnerabilidade econômica se houver segunda onda de contaminação pelo novo Coronavírus no Brasil, disse nesta quinta-feira (12) o ministro da Economia, Paulo Guedes. 

“Se houver uma segunda onda, não é uma possibilidade, é uma certeza de que o governo vai pagar novamente auxílio emergencial”, frisou, no evento do Dia Nacional do Supermercado, organizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). 

No entanto ele enfatizou a probabilidade de nova onda de contaminação baixa. De acordo com Guedes, o plano do governo é retirar o auxílio aos poucos até o fim do ano. “Estamos retirando os estímulos, de R$ 600 baixa para R$ 300 e depois aterriza ali na frente.” 

O presidente Jair Bolsonaro disse que a proposta de criação do Renda Brasil estava suspensa. O programa pretendia expandir o Bolsa Família. A proposta era retirar o abono salarial para quem ganha até dois salários mínimos para financiar o novo programa. 

Guedes voltou a defender a criação de uma contribuição sobre transações digitais, como forma de substituir a desoneração da folha de pagamentos. Segundo o ministro, o governo tem o compromisso de não aumentar a carga tributária. 

“Esse compromisso de não aumentar imposto significa que vamos fazer um programa de substituição de carga tributária. Não queremos criar um imposto, queremos a desoneração da folha de pagamentos”, afirmou.  

Ele acrescentou que, para desonerar a folha de pagamentos e estimular a criação de emprego formal no País, é preciso encontrar uma forma de financiamento para essa redução dos impostos sobre os salários.

Guedes disse que não haverá aumento de imposto para quem paga imposto. “Mas quem nunca pagou, vai aumentar”, disse. De acordo com ele, haverá imposto sobre dividendos e, se houver tributação das transações digitais, quem não pagava vai começar a pagar.
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