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Publicada em 05/11/2020 às 21:30
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MEDIDAS CONTRA GASTOS
O ministro Paulo Guedes, da Economia, reafirmou ontem que o governo prepara uma redução muito drástica de gastos para 2021. Mais do que nunca isso se torna necessário em razão do aumento do endividamento público para fazer frente aos impactos do novo Coronavírus. Ele enfatizou que o governo brasileiro gastou mais que o dobro da média de países emergentes em medidas para enfrentar a pandemia. Ele também prometeu ações para estimular o emprego na saída da crise causada pela pandemia e voltou a reclamar da associação de um novo imposto para substituir a extinta CPMF. 

RETOMADA DESIGUAL 
Na opinião de muitos analistas, a recuperação da economia, estimulada pela ajuda emergencial de R$ 600, foi desigual entre os diversos setores de atividades. Para eles, as vendas do varejo e da indústria já estavam quase no mesmo patamar de janeiro, antes da pandemia. Mas o setor de serviços, por exemplo, responsável por quase 70% do PIB (Produto Interno Bruto) e pela maioria dos empregos, praticamente não sentiu os efeitos do auxílio concedido pelo governo. Há que se destacar, no entanto, que na economia como um todo, a ajuda governamental contribuiu para diminuir o tombo das atividades no segundo trimestre.  
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