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Publicada em 03/11/2020 às 22:10
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ALTA DO DESEMPREGO 
Enquanto ninguém sabe até quando a Covid-19 vai se prolongar, nunca o desemprego havia atingido tanto os brasileiros como no trimestre encerrado em agosto. Sabe-se que, no período, mais de 33 milhões de pessoas estavam desempregadas por uma série de razões. O número de trabalhadores desalentados, subocupados ou desempregados corresponde a 30,6% da força de trabalho, que é a maior porcentagem de toda a série elaborada pelo IBGE. Os dados divulgados mostram que no trimestre encerrado em maio a taxa era de 27,5%, evidenciando que entre um trimestre e outro 2,95 milhões de pessoas foram incorporadas ao contingente de brasileiros que não têm emprego. 

MERCADO CADA VEZ PIOR 
Tendo em vista o recuo das atividades produtivas, principalmente em razão do avanço do novo Coronavírus, o mercado de trabalho está cada vez pior para quem está à procura de uma colocação. Pior é que a situação, como dizem os analistas, deverá ficar mais feia com a redução ou o fim dos programas de socorro desenvolvidos pelo governo, quando milhões de pessoas deverão sair à procura de emprego. Infelizmente, quase todas as atividades econômicas seguem demitindo os trabalhadores, com exceção da agricultura. De acordo com os entendidos, o desemprego deve manter a tendência de alta até o primeiro semestre do ano que vem.
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