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<< BRASIL SP concentra melhores cidades para envelhecer no País, diz estudo Foram consideradas as 876 cidades mais populosas do Brasil

Publicada em 14/10/2020 às 20:24
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(Foto: Agência Brasil)
Um indicador elaborado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon aponta que o Estado de São Paulo concentra a maior parte das cidades do Brasil onde há melhores condições de vida para idosos.   

Chamado de Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), o indicador considera dimensões como cuidados de saúde, bem-estar, finanças, habitação, educação e cultura, assim como indicadores gerais de desemprego, expectativa de vida e violência.

A pesquisa selecionou as mil cidades mais populosas do Brasil e as separou em dois grupos, as 300 maiores e as 700 menores. Devido à falta de dados disponíveis para as análises comparativas, o número de cidades avaliadas caiu de mil para 876, ou seja, 280 cidades maiores e 596 menores. Para cada grupo, então, foi elaborado um ranking, e o resultado mostra que, em ambos os casos, as dez primeiras posições são ocupadas majoritariamente por cidades paulistas.

Entre as maiores cidades, São Caetano do Sul e Santos lideram a lista, que tem ainda São Paulo na quarta posição, Atibaia, na oitava, Catanduva, na nona, e Americana, na décima. Fora essas, Porto Alegre (RS) aparece na terceira posição, Florianópolis (SC), na quinta, Niterói (RJ), na sexta, e Rio de Janeiro (RJ), na sétima.

Já entre os municípios menores, os nove primeiros são cidades paulistas, como Adamantina, Vinhedo, Lins, São João da Boa Vista, Itapira, Tupã, Fernandópolis, Votuporanga e Dracena. Esteio, no Rio Grande do Sul, completa o top 10.

O diretor-executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Henrique Noya, avalia que as cidades mais bem posicionadas da lista não necessariamente são as que têm mais dinheiro disponível para investir. "Passa por uma questão de bom uso dos recursos, mas também pelo foco por aquilo que a gente considera importante para promover qualidade de vida", afirma ele, que pondera que algumas cidades podem ser consideradas bons exemplos em alguma dimensão específica, apesar de terem uma colocação menos destacada no ranking geral. "Não existe uma cidade perfeita nos sete indicadores. Elas sempre têm alguma coisa para melhorar em algum ângulo”, disse.
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