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<< ENTRETENIMENTO "Que história é essa, Porchat?" estreia dia 15 na TV Globo Programa traz famosos e anônimos para revelar suas histórias mais inusitadas

Publicada em 06/10/2020 às 20:54
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(Foto: divulgação)
As histórias que fazem do 'Que história é essa, Porchat?' um sucesso no GNT serão contadas também na TV Globo. A partir do dia 15 deste mês, as noites de quinta-feira ficarão mais divertidas com a exibição do programa apresentado por Fábio Porchat, que reúne anônimos e famosos com o objetivo de revelar suas histórias mais inusitadas. 

Irá ao ar uma seleção dos melhores bate-papos da primeira temporada, com participação de nomes como Cláudia Raia, Regina Casé, Marcelo Serrado, Fernanda Torres, Ivete Sangalo, Fátima Bernardes, Chay Suede, Deborah Secco, Tadeu Schmitd e Cauã Reymond, entre outros.    
O programa traz três convidados ao palco e conta com a participação da plateia, buscando conexões entre eles. O cenário em 360 graus é intimista e permite maior interação de todos. O ambiente tem fotos do acervo pessoal de Fábio Porchat e um bar onde o apresentador e seus convidados relembram passagens divertidas da vida deles.

Porchat, que idealizou e participou do desenvolvimento do programa, fala sobre a expectativa da estreia na TV aberta, os desafios enfrentados para implementar o conceito, as histórias que considera as mais divertidas, a repercussão nas redes sociais e os critérios para a seleção dos convidados, entre outros assuntos. 

Como recebeu a notícia de que o programa iria para a grade da TV Globo? Era algo que almejava?

Fiquei muito feliz quando soube, porque o programa foi um sucesso no GNT e agora vai atingir um público muito maior. É um programa leve, para dar risada e ir dormir feliz, tranquilo. No meio de tantas notícias ruins, é ótimo que o público possa ter acesso a um conteúdo inédito na TV aberta e tão legal. 

A que fatores atribui o sucesso do 'Que história é essa, Porchat?'

Acho que as histórias são a razão do sucesso, acredito que as pessoas estão cansadas de só ouvir briga, polarização, também querem ligar a televisão para relaxar e se divertir. O melhor do talk show são as histórias engraçadas, curiosas, e por isso quis fazer um programa só com histórias. 

Que histórias contadas na primeira temporada ficaram mais marcadas na sua lembrança?

A história da Regina Casé e da Cláudia Raia são hilárias. A de Ivete Sangalo e do Kiko Mascarenhas para mim estão entre as mais engraçadas que já passaram pelo programa, são as primeiras que, de cara, já me lembro.

Muitas histórias viraram memes e viralizaram nas redes sociais. Como percebe essa repercussão?

Muitas delas viralizaram nas redes sociais, o que me deixa muito feliz porque o que está repercutindo é a história pura, sem polêmicas e sem tentar relembrar opinião sobre algum assunto passado. São simplesmente histórias divertidas dando certo.

Como surgiu a ideia do programa? Conte um pouco o processo de concepção do formato. 

A ideia para esse programa surgiu quando eu me dei conta de que todo mundo estava querendo dar opinião, querendo “lacrar”, polarizar, e é ótimo que existam meios para as pessoas fazerem isso, mas senti que o público queria respirar também. Pensei que no fim das contas o filé mignon do talk show são as histórias, assim era no programa do Jô Soares, a gente lembra das histórias engraçadas, curiosas. 

Quais os critérios para a seleção dos convidados e dos anônimos que contam suas histórias?

Para selecionar os convidados, a gente pedia que enviassem opções de histórias por áudio para entendermos se funcionaria para o programa. Não adianta ter um convidado grande, famoso, se a história não é tão boa. A essência do programa são as boas histórias que intrigam o público, então, existe uma curadoria muito forte minha e da redatora final, Paula Miller, para deixar o programa o mais interessante possível.

Quais os famosos ainda não participaram e você gostaria de ter no programa?

Gostaria muito de que o Pedro Bial participasse, o Faustão é o meu maior sonho, queria também o William Bonner, pessoas que a gente não imagina que contem histórias diferentes ou pelo menos histórias que nunca contaram antes. E Roberto Carlos um dia terei!
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