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<< ENTRETENIMENTO Músicos com carreiras consolidadas e expoentes da nova geração na programação de shows ao vivo do Sesc Do alto de seus 96 anos de idade, Nélson Sargento mostra amanhã inéditas e sambas que justificam a presidência emérita da Estação Primeira de Mangueira

Publicada em 25/08/2020 às 20:50
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(Foto: divulgação)
Após completar quatro meses no ar em tempos de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, a série ‘Música #EmCasaComSesc’ prossegue com novas apresentações nesta semana, sempre às 19 horas, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo, trazendo músicos com carreiras consagradas,  ao lado também de expoentes da nova geração.

Em "Cada Voz é uma Mulher", Virgínia Rodrigues constrói diálogos entre compositoras de países de língua portuguesa, como Brasil, Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Angola nesta quarta-feira (26), trazendo composições de Sara Tavares, Mayra Andrade, Aline Frazão, Lena Bahule e Luedji Luna, entre outras. Com seis álbuns na carreira, Virgínia Rodrigues já dividiu o palco com Milton Nascimento, Djavan e Caetano Veloso. No Exterior, destaque para as apresentações no Wassermusik Black Atlantic Revisited (Alemanha), no Festival Mundial de Música Sacra de Fez (Marrocos), no Museu Quai Branly (França), em Barbican (Inglaterra) e no Coliseu de Lisboa (Portugal). O show tem participação do músico João Mendes.

Já amanhã, quinta-feira (27), o #EmCasaComSesc recebe o cantor e compositor Nélson Sargento, a lenda viva do samba. Aos 96 anos de idade, completados em julho, e com mais de 60 anos de carreira, o presidente de honra da Estação Primeira de Mangueira apresenta músicas inéditas de seu próximo disco, ainda em fase de gravação, e faz uma retrospectiva de seu repertório autoral. Sargento é reconhecido no Brasil e no Exterior e teve suas composições gravadas por nomes como Beth Carvalho (1946-2019), Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Paulinho da Viola e Alcione. Entre os seus grandes parceiros, destaque para Alfredo Português (1885-1957), Cartola (1908-1980) e Darcy da Mangueira (1932-2008).

A cantora Tássia Reis, atração de sexta-feira (28), por outro lado, apresenta canções de “Próspera”, seu terceiro trabalho de estúdio. A cantora estará acompanhada dos músicos Jhow Produz (arranjador e beatmaker) e Weslei Rodrigo (baixista). Verso a verso, rima a rima, Tássia Reis fala sobre seguir em frente, progredir e valorizar um olhar mais delicado com a vida, rompendo ideias, ciclos e histórias que nada trazem de positivo. O disco surgiu da necessidade da cantora de prosperar em todos os sentidos: pessoais, amorosos e espirituais. Lançado em 2019, “Próspera” levou a jovem artista a se apresentar em todo o Brasil e à sua primeira turnê internacional pela Europa, passando pelos palcos do Roskilde Festival (Dinamarca), Walthamstow Garden Party (Londres), Sfinks Festival (Bélgica) e Les Escales (França).
 
ZIZI POSSI NO SÁNBADO - Sábado (29) é dia de curtir no #EmCasaComSesc o show de Zizi Possi, que apresenta os grandes sucessos de seus mais de 40 anos de carreira. Entre seus 19 discos e quatro DVDs, destaca-se o álbum “Per Amore”, lançado em 1997 e com mais de 3 milhões de cópias vendidas. No ano seguinte, Zizi concorreu em três categorias do Grammy: melhor disco, melhor intérprete e melhor música pela canção que dá título ao álbum. Em 2008, celebrando os 30 anos de carreira, produziu “Cantos e Contos”, gravado em DVD, onde se apresentou na companhia de Ana Carolina, Alcione, Alceu Valença, Edu Lobo, Roberto Menescal, João Bosco e Ivan Lins, além de outros grandes nomes da música brasileira. Nos últimos anos, Zizi também percorreu diversas capitais do País em show com a filha, Luiza Possi.

E no domingo (30), fechando a semana, a cantora Jussara Silveira e o violonista Luiz Brasil apresentam “Gangorra de dois”, show que nasceu do reencontro da dupla de artistas no Festival Mário de Andrade, realizado em outubro do ano passado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Atuando juntos há mais de 20 anos, a cantora e o violonista interpretam, neste show, clássicos da música brasileira e obras pouco executadas, como “Os Passistas”, de Caetano Veloso; “Ludo Real”, de Chico Buarque e Vinicius Cantuária, e composições de Dorival Caymmi (1914-2008), a quem Jussara dedicou um disco tributo com participação de Luiz Brasil no violão, arranjos e produção musical. Compõem ainda o repertório releitura de trilhas do álbum “Nobreza”, que a cantora lançou em 2006, e composições de Carlinhos Brown, Cézar Mendes, Beto Pellegrino Milton Nascimento, Fernando Brant, Ronaldo Bastos e Beto Guedes.
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