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<< TV Brasil estreia série ‘O boneco de barro e o rei’

Publicada em 26/05/2020 às 20:16
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(Foto: Divulgação)
A TV Brasil apresenta desde segunda-feira (25) o novo seriado de dramaturgia infantojuvenil "O boneco de barro e o rei". Fábula social contemporânea, a produção independente inédita vai ao ar na faixa TV Brasil Animada em dois horários, às 12h45, de segunda a sábado, e às 16h45, de segunda a sexta-feira.
Com 26 episódios de 13 minutos, a série cativa o público de todas as idades com a trama do artesão viúvo que molda um boneco com barro e lágrimas. Nos primeiros raios do Sol, o boneco ganha vida e parte em busca de respostas existenciais. Na jornada, ele aprende com os dilemas que lida no reino por ser diferente.
Inspirada no clássico "As aventuras de Pinóquio", romance do italiano Carlo Collodi, a história traz referências baseadas no folclore e em tradições brasileiras. A saga do interior mostra na telinha a rica estética do teatro mambembe com a simplicidade de cenários, figurinos e maquiagem. Traços do cordel embalam a animação de abertura dos capítulos que incluem trilha sonora autoral.
Primeiro seriado de ficção do Tocantins, "O boneco de barro e o rei" foi feito pela produtora Spatium Arte e Cultura com direção e roteiro Nival Correia. Ao todo, a obra desenvolvida com recursos do Prodav/TVs Públicas reuniu um elenco com cerca de 40 atores da região.
 
ENREDO - A trama acompanha o artesão Mestre Toá (Juliano Gomes), que vive uma rotina feliz com sua esposa (Iva de Oliveira) na província de Barrolândia até que ela morre ao dar à luz a um bebê ainda no primeiro episódio "Gênesis".
Com sangue real, o viúvo irmão gêmeo do Rei Triste cria a frágil criança até os 10 anos quando o filho (Davi Marques) também falece. Mestre Toá decide terminar de moldar um boneco de barro e lágrimas que fazia para seu filho e vai embora.
O boneco (Felipe Trindade) cria vida após uma névoa que toma a região com o Decreto Real do Silêncio. Ele tenta descobrir explicações para suas dúvidas existenciais. Por que não é como as outras pessoas? Por que o tratam com tanta indiferença?
No Reinado Infeliz, dizem que o Rei Triste (Juliano Gomes) é o homem mais sábio do reino. No entanto o boneco não consegue as respostas devido a esse decreto na corte em vigor desde a doença da rainha (Fernanda Veloso).
Na sua peregrinação, o boneco depara-se com diversas situações curiosas que o fazem refletir sobre a vida. Durante as andanças, ele preocupa-se com a guerra entre o triste rei e os bacamartes, observa as malandragens do Homem da Cobra, nota a determinação de seu Capenga que não o deixa passar pelo vão da ponte e ainda convive com a perseguição do bando de Ave de Rapina.
Apesar disso, a odisseia do boneco traz novas amizades que ele cria no decorrer da aventura. O protagonista recebe ajuda das inquietas Criada e Serva; de Andu e Corda, os Incansáveis Plantadores de Feijão; e dos audaciosos Carabina e Espuleta.
Em um trilhar repleto de peripécias, o boneco de barro descobre tragicamente no final como resolver toda a comoção que envolve o conflito entre as províncias e trazer paz para o Reino Infeliz.
A trama de dramaturgia infantojuvenil "O boneco de barro e o rei" foi dirigida por Nival Correia que também assina o roteiro da obra. Produzida pela Spatium Arte e Cultura, a série independente é um dos conteúdos audiovisuais selecionados pela linha de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual, através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual.
A TV Brasil é um dos canais que mais exibe conteúdo independente nacional. Além de ser uma grande apoiadora da produção de atrações infantis no mercado audiovisual do País, a emissora estimula novos realizadores.
Em sua programação, o canal público reforça valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Referência de conteúdo para a garotada na televisão aberta, a TV Brasil é uma das principais janelas para séries, desenhos e animações nacionais.
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