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<< Economia cresce 0,4% no segundo trimestre, diz IBGE PIB também apresentou alta de 1%

Publicada em 29/08/2019 às 19:42
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O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB somou R$ 1,78 trilhão no período. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB também apresentou altas de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2018, de 0,7% no acumulado do ano e de 1% nos últimos 12 meses. Na comparação do segundo com o primeiro trimestre deste ano, a alta de 0,4% foi puxada, sob a ótica da produção, pelos crescimentos de 0,3% do setor de serviços e de 0,7% da indústria. A agropecuária recuou 0,4% no período.
Na indústria, os principais desempenhos vieram da indústria da transformação (2%) e da construção (1,9%). As indústrias extrativas recuaram 3,8% e a atividade de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos caiu 0,7%. Nos serviços, houve resultados positivos nas atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades de serviços (0,4%). Contudo tiveram queda a administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%).
Sob a ótica da demanda, a alta do PIB do primeiro para o segundo trimestre foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (3,2%), e pelo consumo das famílias (0,3%). O consumo do governo teve queda de 1% e as exportações recuaram 1,6%. As importações cresceram 1%. Já o Índice de Preços ao Produtor (IPP), que registra a variação dos produtos na porta de saída das fábricas, teve deflação de 1,24% em julho deste ano. A queda de preços foi ainda mais intensa do que a observada no mês anterior (-1,13%). Apesar da deflação em julho, o indicador acumula taxas de inflação de 1,50% no ano e de 1,33% em 12 meses.
Em julho, apenas cinco das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram altas de preços. No mês anterior, haviam sido oito atividades. Por outro lado, houve deflação nos produtos das outras 19 atividades da indústria, com destaque para alimentos (-1,81%), refino de petróleo e produtos de álcool (-2,67%), metalurgia (-3,74%) e outros produtos químicos (-2,2%). Entre as grandes categorias econômicas da indústria, a maior queda de preços foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,79%). Também houve queda de preços entre os bens de consumo semi e não duráveis (-0,89%).
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