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<< Ampliação experimental na Rua da Penha chega ao fim Média de afluxo de pedestres que passou pelas calçadas foi de 22,6%

Publicada em 26/03/2019 às 12:26
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A ampliação experimental das calçadas na Rua da Penha, no Centro, chegou ao fim no sábado (23) após 36 dias do projeto, com uma média de 22,6% de afluxo de pedestres na via estendida (faixa verde). Os dados foram obtidos em sistemas de contagem manual. Na contagem eletrônica, a média diária de pedestres que passou somente na área de ampliação é de 1.485, quase um terço do número médio das pessoas que circularam pela calçada, contabilizado em 4.950. O projeto foi aplicado em 255 metros, entre os cruzamentos das ruas Miranda de Azevedo, Padre Luiz e Coronel Benedito Pires.
Fora a contagem, pesquisas de avaliação da proposta foram feitas, principalmente, para obtenção de dados fundamentais sobre os pedestres que circulam por lá. O resultado parcial mostra que 70,6% gostariam de que fosse permanente e 55,9% gostou do novo desenho da rua. Já 60% das pessoas que circulam a pé pelo Centro chegaram ao local de transporte coletivo. Nas próximas semanas os dados completos da pesquisa serão divulgados. Mesmo que parcial a avaliação, a comissão responsável acredita que o projeto atingiu a meta, que é dar prioridade ao pedestre. 
“Durante a intervenção, foram proibidos temporariamente o estacionamento em 17 vagas de carros. Se comparamos este número ao de pedestres, ele acaba sendo muito inferior. Além disso, o projeto promoveu em dois quarteirões características dos modernos e confortáveis centros de cidades que são referências no mundo, onde a população frequenta cafés, lanchonetes e lojas”, declara o secretário da Mobilidade e Acessibilidade, Luiz Alberto Fioravante. O projeto de alargamento das calçadas deve atender à alta demanda de circulação de pedestres na Rua da Penha, 
As premissas do Programa de Alargamento de Calçadas consistem em desenvolver proteção, diversidade, versatilidade, atratividade, conectividade, resiliência e sustentabilidade. Juntos, eles corroboram direta e indiretamente para a melhoria do espaço público, ambiental e econômica do espaço urbano. Estes critérios estão implícitos nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, e mudam o conceito hierárquico da mobilidade, colocando o pedestre na posição mais importante das prioridades.
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