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<< SOROCABA Saae volta a pedir que população economize água

Publicada em 24/01/2019 às 18:31
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(Foto: Divulgação)

O Saae voltou a fazer o alerta à população para que economize água, prevendo que possa não haver uma situação muito confortável aos sorocabanos no período de estiagem que começa no mês de abril e vai até agosto. Com o alto consumo e a falta de chuvas substanciais nas represas, o alerta é para que haja consumo responsável de água. Só entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, o consumo de água em Sorocaba aumentou cerca de 40%, uma situação que preocupa o Saae.

De acordo com o Diretor-geral da autarquia, Ronald Pereira da Silva, Sorocaba é uma cidade privilegiada por ter represas com mananciais que conseguem abastecer toda a população. “Mas esse é um recurso finito, não podemos achar que nunca seremos atingidos, até porque já tivemos exemplos anteriores de forte estiagem quando a própria população sofreu muito”, disse.

Ronald ressalta ainda que o pedido é para que a população possa utilizar a água com consciência, evitando lavar calçadas e carros – com exceção dos lava-jatos, que trabalham com essa finalidade e utilizam equipamentos que reduzem a quantidade de água utilizada. “Nós sabemos perfeitamente que em alguns casos há a necessidade desse uso pelo consumidor comum. Mas o que a gente tem que conscientizar é de que não dá para gastar achando que tem água à vontade”, destaca o diretor-geral da autarquia.

De acordo com as últimas medições do Saae-Sorocaba sobre o nível das represas que abastecem a cidade, Itupararanga (que fica na divisa de Votorantim com outros municípios e é responsável pelo abastecimento de metade da cidade de Sorocaba) encontrava-se com 43% do nível total. A de Ipaneminha, localizada no bairro Ipanema das Pedras, havia perdido 70% e Castelinho com 90%. Em dias de temperatura elevada na cidade, o consumo de água aumenta, em média, de 20% a 30%.

Ainda segundo o Diretor-geral do Saae-Sorocaba, Ronald Pereira da Silva, a preocupação é que o aumento no consumo de água levam os reservatórios a operarem com capacidade mínima, levando a uma queda de pressão nas bombas. “O resultado de tudo isso é que as bombas trabalham com menor potência e levam menos água aos canos. Isso é próprio do sistema. Outra questão, são as partes altas dos bairros que demoram mais para receber essa água, infelizmente”, completa.

 

 

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