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<< SOROCABA CPI das Funerárias ouve cinco testemunhas

Publicada em 26/09/2018 às 13:39
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(Foto: SECOM)

Criada com a finalidade de fiscalizar e investigar o trabalho e os contratos vigentes das empresas que prestam serviços funerários em Sorocaba, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Funerárias, instalada pelo Legislativo local e presidida pelo vereador Vitão do Cachorrão (MDB), colheu depoimentos de cinco testemunhas na manhã desta terça-feira (25), na Sala de Reuniões da Casa. Foram ouvidos o chefe de Seção de Cemitérios da Prefeitura, Rafael Ricardo; o ex e atual secretário municipal de Serviços Públicos, Oduvaldo Denadai e Fábio Pilão respectivamente; o procurador da Prefeitura, Rafael Negreli; e a ex-secretária de Desenvolvimento Social, Edith Di Giorgi.

Atuando na fiscalização dos contratos com as funerárias desde 2014, Rafael Ricardo disse que as funerárias não se recusam a atender as gratuidades, mas, quando ocorre algum problema, intercede para resolver a questão e, se a família tem direito, ela é atendida. O servidor também lembrou que, na gestão passada, chegou a ser elaborado uma minuta de projeto de lei com o objetivo de regulamentar a questão da gratuidade.

Já Oduvaldo Denadai, ex-secretário de Serviços Públicos, disse que em 2012, quando o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu a licitação das funerárias no Município, foi contratada empresa para realizar um estudo sobre o setor e concluiu-se que Sorocaba comporta duas funerárias. Disse também que, durante o período em que esteve à frente da Pasta, quem avaliava a situação das famílias para saber se tinha direito à gratuidade era a Secretaria de Desenvolvimento Social.

O atual secretário de Serviços Públicos, Fábio Pilão, por sua vez, informou que hoje a própria funerária faz uma avaliação social da família para saber se tem direito à gratuidade e, quando há algum problema, a Prefeitura é acionada e, se a família se enquadra nos critérios para ser atendida, ela é atendida. “As funerárias não têm recusado o atendimento às famílias carentes”, afirmou. Quanto à remoção do corpo para Sorocaba, quando a pessoa vem a falecer em outro município além do raio de 50 quilômetros, Pilão esclareceu que seria preciso avaliar essa questão juridicamente.

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