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<< CULTURA Municipal recebe hoje o musical infantil Operilda na Orquestra Amazônica

Publicada em 22/06/2018 às 18:23
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(Foto: Divulgação)
Para a terceira atividade musical da 9ª Temporada de Música Clássica de Sorocaba, projeto realizado pela MdA International com curadoria do produtor artístico Marco de Almeida, o Teatro Municipal, no Parque da Boa Vista, recebe em seu palco, na tarde deste sábado (23), o musical infantil “Operilda na Orquestra Amazônica”. Sucesso de crítica e público, o espetáculo conta, de maneira lúdica, a história da música erudita brasileira. Vencedor em 2013 dos prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), como Melhor Musical Infantil, e FEMSA na Categoria Especial pela divulgação da música erudita e folclórica, a divertida montagem conquista a atenção de crianças e adultos. Tocando ao vivo, os músicos interagem com a plateia e com a personagem principal para mostrar que a música erudita não é uma arte de difícil acesso. A direção geral é de Regina Galdino, com direção musical do maestro Miguel Briamonte. Gratuito, o musical começa às 17 horas, com ingressos distribuídos 1 hora antes na bilheteria do próprio Municipal. Não recomendado a menores de 5 anos de idade.
 
Operilda, interpretada pela atriz e autora Andréa Bassitt, é uma bruxinha engraçada e apaixonada pelo Brasil e tem uma missão: contar a história da música erudita brasileira para as crianças, em apenas uma hora. Se conseguir, vai ganhar uma orquestra completa só para ela. Para isso, sua tia Opereta lhe dá uma camerata de seis músicos eruditos e Livrildo, um livro mágico que vai ajudá-la. Ao longo do espetáculo, Operilda passeará por diferentes ritmos musicais, estilos e compositores para conseguir cumprir a sua tarefa. Em cena, Andréa Bassitt se apresenta ao lado dos músicos Elaine Giacomelli (piano), Cássia Maria (percussão), Clara Bastos (contrabaixo), Paula Souza Lima (violino), Joca Araújo (clarinete e flauta) e Joyce Peixoto (trombone). O repertório traz composições de nomes históricos da música erudita brasileira, como Alberto Nepomuceno, Padre José Maurício, Carlos Gomes, Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Guerra-Peixe, e da música popular, como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Xisto Bahia e Tom Jobim, além de canções de origens folclórica, africana e indígena brasileiras. Já o cenário, assinado por Marco Lima, traz referências à Floresta Amazônica com resoluções lúdicas e encantadoras.
 
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