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<< POLÍCIA Foi um equívoco, declara Ruy Amorim Sindicalista foi preso pela Polícia Federal na quarta-feira (30), mas solto poucas horas depois

Publicada em 01/06/2018 às 18:06
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(Foto: Divulgação)
‘OPERAÇÃO REGISTRO ESPÚRIO’
 
O ex-presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sorocaba (Sincomerciários), Ruy Amorim, afirmou que sua prisão pela “Operação Registro Espúrio”, deflagrada na última quarta-feira (30), foi uma falha e a Polícia Federal (PF) emitirá retratação. “Foi um equívoco”, declarou ontem por telefone ao DIÁRIO.
 
No cargo de 1º secretário do Sincomerciários desde 26 de março, o sociólogo garantiu que os policiais perceberam o erro quando ele ainda estava na sede da PF em Sorocaba. “Mas havia um procedimento e tiveram de me levar para a Superintendência em São Paulo”, explica. “Lá, fizeram umas 10, 15 perguntas; eu não conhecia ninguém, não sabia de nada”.
 
Segundo Amorim, o próprio delegado-geral da PF no Estado de São Paulo desculpou-se e garantiu que emitiria um documento de retratação. Procurada, a Polícia Federal não se posicionou sobre as informações dadas pelo sindicalista até o fechamento desta edição.
 
CASO – A “Operação Registro Espúrio” foi deflagrada na semana passada com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que atuava na concessão fraudulenta de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho. Cerca de 320 policiais federais cumpriram 64 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão preventiva e 15 mandados de prisão temporária, além de outras medidas cautelares em sete estados e no Distrito Federal.
 
Em Sorocaba, o ex-presidente do Sincomerciários, Ruy Amorim, foi preso na manhã de quarta-feira (30), no Jardim Europa. Poucas horas depois, após prestar depoimentos na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, ele foi liberado.
 
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