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<< CULTURA Teatro Escola mostra duas montagens: Meu amigo pintor e Anne Sullivan

Publicada em 06/04/2018 às 17:21
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(Foto: Divulgação)
O Teatro Escola “Mário Pérsico” volta a apresentar neste final de semana em seu palco, à rua da Penha, 823, no Centro, duas das montagens mais emblemáticas da Cia. Clássica de Repertório: “Meu amigo pintor” e “O milagre de Anne Sullivan”, ambos às 20 horas. 
 
"Como o suicídio é visto pelos olhos de uma criança?”. Nesta adaptação teatral do delicado texto da aclamada escritora Lígia Bojunga, “Meu amigo pintor”, cartaz deste sábado (7), a Cia. Clássica de Repertório, com o apoio da Cia. ProvocAção de Teatro, traz para o palco a morte nua e crua e como ela é vista pelos olhos de Cláudio, uma criança alegre que, agora, se vê sem seu melhor amigo: um pintor que morava no andar de cima de seu apartamento. 
 
'O MILAGRE DE ANNE SULLIVAN' - Já a montagem de “O milagre de Anne Sullivan”, a ser apresentada amanhã (8) e em todos os domingos de abril, relata a história de uma menina cega. Não apenas cega, mas surda e, em consequência disso, muda. O nome dela é Helen Keller, de 7 anos, filha de proprietários de terras. Keller não sabia o que era mundo e não sabia como interpretá-lo e, apesar disso tudo, ela precisava muito se expressar.
 
Anne Sullivan, contratada como sua professora, resolve criar um método de comunicação entre elas: o tato seria o alfabeto e serviria como o meio de comunicação, fazendo com que Anne e Helen desenvolvam uma sequência de palavras associadas aos gestos das mãos. O primeiro contato de Helen com o alfabeto no tato em Libras foi no momento em que Helen encontra uma boneca na mala de Anne e descobre que ela possui a mesma forma de seu rosto.
 
Durante anos, Hellen Keller tem comportamento selvagem e indisciplinado. O estimulo da comunicação através de um dos sentidos que Anne Sullivan a incentiva a utilizar, o tato como o elo entre ela e o mundo; desenha palavras na mão da menina, a fim de que compreenda a relação entre as palavras e seus significados. A partir daí, aprende o alfabeto Braille e, aos 10 anos, começa a falar. Em 1904, formou-se com louvor e foi a primeira aluna cega e surda a terminar um curso universitário.
 
Direção de Mário Pérsico e os ingressos custam R$ 30 e R$ 15.
 
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