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Diário de Sorocaba

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<< POLÍCIA Policial foi morta a pauladas por dinheiro, celular e cigarros

Publicada em 05/04/2018 às 18:33
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A Polícia Civil de Sorocaba prendeu o acusado de matar uma escrivã no ano passado na Zona Norte da cidade. Esmarlei Demétrio da Silva, 56 anos, foi achada morta dentro de casa com sinais de violência, no Jardim Novo Horizonte. A mulher trabalhava como escrivã no 4º Distrito Policial. O assassino é Everton Alencar Baldin, 27 anos. Era servente de pedreiro em reformas e alvenaria na casa da policial civil e invadiu o local à noite para roubar o dinheiro e outros bens para arcar com os custos do seu consumo de drogas. Matou a mulher com pauladas e facadas, para roubar R$ 400 em dinheiro, celular e um maço de cigarros. 
 
A prisão temporária de Everton foi decretada no dia 20 de fevereiro e cumprida na madrugada do dia 23 do mesmo mês, em um bairro da Zona Norte também. 
 
A vítima já estava sofrendo ameaças, de acordo com parentes. Estes relataram que ela sentia-se perseguida e havia reclamado aos filhos de tentativas de arrombamento e invasão à residência. A escrivã morava sozinha e foi achada amarrada, coberta com uma toalha, em um cenário revirado, manchado de sangue, por volta das 9 hoas do dia 15 de novembro do ano passado, por uma de suas filhas e seu genro, no quarto. O cachorro de Esmarlei foi roubado em outra ocasião. Ela tinha comemorado aniversário na mesma semana.
 
Outros pedreiros que trabalhavam na casa da escrivã estranharam o fato da mulher não sair, mesmo tendo iniciado os trabalhos no local, e decidiram avisar a família, por volta das 8h30. Eles estranharam o fato da policial não ter saído da residência, mas imaginaram que poderia estar dormindo. Por volta das 8h30, acionaram a família. A filha entrou por uma porta dos fundos e encontrou a mãe morta.
 
A Polícia esclareceu o caso em uma coletiva de imprensa realizada na Delegacia Seccional de Polícia na manhã desta quinta-feira (5), com informações passadas pelo delegado seccional Marcelo Carriel e pelo titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Acácio Aparecido Leite. Everton foi indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte -, com pena prevista de 20 a 30 anos de prisão, e crime hediondo.
 
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