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<< SAÚDE Novo Hospital Regional não substituirá CHS Diretora da DRS apresenta plano de trabalho do novo Hospital a ser inaugurado em abril a vereadores

Publicada em 12/03/2018 às 18:35
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(Foto: Divulgação)
A diretora técnica da Diretoria Regional de Saúde (DRS XVI), Silvia Maria Ferreira Abrahão, esteve reunida na manhã desta segunda-feira (12) com os vereadores na Câmara Municipal para apresentação do novo Hospital Regional e informar dos planos de funcionamento do atual Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) estabelecidos pelo Governo do Estado, com a inauguração da nova unidade na Rodovia Raposo Tavares.
 
Referência para 48 municípios, o novo Regional, destinado ao atendimento clínico e cirúrgico, urgência e emergência nas áreas de ortopedia, neurologia, cardiologia e traumatologia, contará com 250 leitos, sendo 96 referentes à UTI adulta e pediátrica. De acordo com a diretora da DRS, o novo Hospital, que será inaugurado em abril, conforme garantia dada pelo governador Geraldo Alckmin, com gestão da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPMD), terá perfil cirúrgico, financiado totalmente pelo Estado e com 100% do atendimento regulamentado pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross). O contrato de gestão prevê atendimento integral, sendo que para os procedimentos menos complexos serão destinados 20 leitos dentro do “Hospital Dia”, setor para internação de até 12 horas. 
 
FUTURO DO CHS - A representante da DRS informou também que a intenção da Secretaria de Estado da Saúde é manter as 36 especialidades hoje atendidas no Conjunto Hospitalar de Sorocaba, no bairro do Vergueiro, que terá igualmente um novo modelo de gestão (OSS), assim como oncologia e leitos de UTI, incluindo ainda a cirurgia bariátrica. “A questão é ampliar e não substituir. Nós temos que ter o funcionamento de todos os hospitais”, afirmou, citando ainda a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Santa Lucinda. 
 
Ainda sobre o CHS, Silvia ressaltou que o Hospital se tornou a única porta de entrada para urgência e emergência na região, ficando sobrecarregado e sem condições de absorver o atendimento eletivo. “Nós queremos retirar a urgência e emergência do CHS, para que ele possa fazer o tratamento em oncologia a contento”, exemplificou. 
 
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