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<< CULTURA Filmes de diretoras brasileiras serão exibidos no Cinecafé

Publicada em 26/02/2018 às 18:36
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(Foto: Divulgação)
No próximo mês, o Cinecafé apresenta, no Sesc, diversos filmes nacionais contemporâneos dirigidos por diretoras brasileiras. A proposta faz parte do projeto “Mulheria”. Todas as exibições são gratuitas e ocorrem no Teatro da Unidade, sempre nas terças-feiras, às 19 horas. Os interessados devem retirar os ingressos com uma hora de antecedência, na Central de Atendimento.
 
A pesquisadora e docente de cinema Nanci Barbosa comanda o “Cinema em Reflexão” nos dias 20 e 27, trazendo um bate-papo após as exibições sobre os aspectos técnicos e teóricos dos filmes apresentados.
 
A película que abre a mostra, no dia 6, é “Como nossos Pais” (direção: Laís Bodanzky. Brasil, 2016, 102 min.). Ele conta a história de Rosa, 38 anos, que está numa fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais; precisa desenvolver sua habilidade como mãe, manter seus sonhos e objetivos profissionais, enfrentar as dificuldades do casamento, assim como uma relação cheia de conflitos com sua mãe. A classificação etária é 12 anos.
 
No dia 13, a exibição é do filme “A Moça do Calendário” (direção: Helena Ignez. Brasil, 2017, 86 min.). Ele conta a história do quarentão Inácio, que, sem emprego fixo, trabalha como dublê de dançarino à noite e mecânico durante o dia. Quando não está nas pistas ou operando veículos, seus pensamentos fixam-se em um relacionamento. A classificação etária é 14 anos.
 
“Era o Hotel Cambrigde” (direção: Eliane Caffé. Brasil, 2016, 93 min.) é o filme que será exibido no dia 20. O longa narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que, juntos com trabalhadores sem-teto, ocupam um edifício abandonado em São Paulo. Em meio à ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo. A classificação etária é 14 anos.
 
O filme que fecha a mostra é “Precisamos Falar do Assédio” (direção: Paula Sacchetta. Brasil, 2017, 80 min.), no dia 27. Sua história passa-se em março de 2016, quando uma van-estúdio parou em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ela coletou depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 falaram, tinham de 14 a 85 anos, de zonas nobres ou periféricas, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias, seja em casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia. A classificação etária é 18 anos.
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