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<< ECONOMIA Procon orienta consumidores para não caírem na Black Fraude

Publicada em 22/11/2017 às 18:04
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(Foto: Arquivo/Fernando Rezende)
Na sexta-feira (24) será a Black Friday, dia em que comerciantes baixam o preço dos produtos com intuito de alavancar as vendas e aquecer a economia. Porém é preciso ficar atento em algumas situações. A data já se tornou uma das mais esperadas do mercado brasileiro desde 2010, contudo, ano a ano, os fornecedores tentam superar a má-fama que gerou o apelido de “black fraude”. De setembro até o começo de novembro, o Procon de Sorocaba fiscalizou diversas lojas da cidade, analisando os preços de mais de 30 produtos, fim de evitar que a promoção seja uma fraude da Black Friday. Segundo o Diretor do Procon Sorocaba, Laerte Molleta, um dos principais problemas durante este período é a “falsa promoção”, ocasião em que o fornecedor aumenta o preço dos produtos semanas antes da Black Friday para anunciá-los com valor mais baixo na data da promoção, ou seja, o valor ofertado na realidade é o mesmo ou superior a aquele praticado meses antes.
 
Para não ser enganado, o consumidor precisa tomar algumas precauções. O Procon lista algumas dicas:
 
- Faça um planejamento listando os produtos que precisa ou deseja e estipule um limite de gasto para não estourar o orçamento;
 
- Verifique se o site é brasileiro, ou seja, “.com.br”. Compras em sites internacionais estão sujeitas a outros custos que nem sempre são informados de forma clara e precisa. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor não se aplica se o site não tiver representantes no Brasil;
 
- Verifique a reputação dos fornecedores, para tanto, a Fundação Procon, em seu site, mantém o ranking das empresas mais reclamadas;
 
- Fique atento ao prazo de entrega, principalmente se o objetivo for comprar presentes para o Natal;
 
- Em casos de compras feitas fora do estabelecimento comercial (internet, telefone, a domicílio) o consumidor tem sete dias, a partir da compra/entrega, para “se arrepender”, cancelar a compra, devolver o produto e pedir a devolução do valor pago;
 
- Verifique antecipadamente a política de troca do fornecedor;
 
- Consulte a lista de sites não recomendados, veiculada junto ao site da Fundação Procon-SP. Essa listagem é uma relação de sites que devem ser evitados, pois tiveram reclamações de consumidores registradas junto ao Procon, foram notificados, não responderam ou não foram encontrados;
 
- Cuidado ao clicar em links e ofertas recebidos por e-mail ou redes sociais. Consulte sempre a página oficial da loja;
 
- O consumidor deve salvar ou imprimir todas as telas navegadas para efetuar a compra, as folhas de contratação, em especial as que falam do preço, forma de pagamento, características do produto e previsão de data para entrega, além, é claro, de exigir a nota fiscal, o principal documento em caso de reclamação.
 
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