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<< ECONOMIA Confiança do consumidor cresce em Sorocaba

Publicada em 22/11/2017 às 17:44
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(Foto: Arquivo/Fernando Rezende)
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em Sorocaba subiu 6 pontos – de 122 para 128 – entre julho e setembro, conforme pesquisa aplicada pela Associação Comercial de Sorocaba. 
 
O estudo mostra que 44% dos consumidores entrevistados disseram que economia da região nos próximos seis meses estará mais forte, enquanto que 43% esperam que esteja estabilizada; já 6% acreditam que não haverá melhora. 
 
Para o economista Rafael Muscari, a alta demonstra que a economia e seus agentes estão trabalhando e se desenvolvendo independente de fatores políticos. “No âmbito de perspectivas para a região, o terceiro trimestre de 2017 trouxe um cenário mais positivo para o fim de ano.” 
 
Já o presidente da Associação, José Alberto Cépil, associa o crescimento à melhoria do cenário econômico. “O resultado pode estar relacionado com a redução da inflação, dos cortes que ocorreram na Selic e o gradativo aumento das vagas de emprego nos últimos meses, assim como a percepção gradual do afastamento do risco da crise política”, comenta.
 
Ainda de acordo com a pesquisa, que ouviu 120 sorocabanos, no quesito finanças pessoais, o número de consumidores que consideram sua vida financeira acima da média é de 37%, enquanto 26% afirmam que vivem numa situação mediana e 36% se consideram em situações não satisfatórias.
 
Sobre o mesmo tema, mas analisando o futuro (daqui a 6 meses), o total de sorocabanos que acreditam que a vida financeira irá melhorar é de 63%. Já 29% esperam que irá ficar mais ou menos igual e 7% pensa numa piora por influências das demissões, dissolução de empresas e falta de perspectiva gerada pela instabilidade política.
 
Tratando-se de compra de bens duráveis (como por exemplo: geladeira, TV, fogão, entre outros), a população que se sente mais disposta a realizar esse tipo de investimento está bem dividida. Metade diz estar mais disposta a comprar e outra metade diz que ainda não. Bens de maior valor, como carro, casa e moto, estão mais próximos de serem adquiridos para 43%. Já 57% dizem ainda não estarem seguros para investimentos deste patamar.
 
A confiança no emprego começa a deixar de ser um incômodo, já que 54% dos entrevistados estão otimistas em relação à empregabilidade,  contra 46% que afirmaram ainda estarem preocupados com a instabilidade geral.
 
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