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<< CULTURA Katharsis com espetáculo As estrelas são para sempre?

Publicada em 06/10/2017 às 17:50
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(Foto: Divulgação)
O Projeto Coletivações, do Sesc Sorocaba, traz o Grupo Katharsis de volta ao palco do Teatro para a apresentação do espetáculo “As estrelas são para sempre?”, dias 13 e 14, sexta e sábado, às 20 horas, e para o bate-papo “Corpo e teatralidade na cena contemporânea”, no dia 14, às 15 horas.
 
Em “As estrelas são para sempre?” vários personagens anônimos, que falam línguas diferentes e habitam um espaço e um tempo sem referência, que só existem enquanto dura a percepção, são colocados em cena. Estas cenas remetem à infância, à vida adulta e à velhice, estabelecendo um tipo de comunicação que se apronta numa dimensão de espaço e tempo, mas logo se liquefaz. A direção é de Roberto Gil Camargo.
 
Os ingressos para o espetáculo custam R$ 5,00 para credenciados no Sesc e dependentes (credencial plena), R$ 8,50 para aposentados (pessoas com mais de 60 anos), pessoas com deficiência, estudantes e servidores da escola pública com comprovante e R$ 17,00 inteira. A classificação etária é 14 anos.
 
No bate-papo, o ator-mímico, diretor e dramaturgo Luís Louis, junto aos integrantes do Grupo Katharsis, discute questões inerentes ao fazer teatral contemporâneo e aos métodos aplicados pelo Grupo Katharsis dentro e fora da academia na qual o grupo está sediado. O encontro, gratuito, ocorre no Teatro da Unidade. Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência, na Central de Atendimento. A classificação etária é 12 anos.
 
O Grupo Katharsis iniciou as suas atividades em 1989. Mais tarde, 1994, o diretor, então como chefe do departamento de Letras da Universidade de Sorocaba, anexou o grupo ao Curso de Letras, caracterizando-o como uma atividade de extensão vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da universidade.
 
O dramaturgo e pesquisador de iluminação, Roberto Gill Camargo, assumiu a direção do Katharsis em 1995, propondo uma nova dinâmica nos trabalhos desenvolvidos pelo grupo. Apresentando obras mais densas, o grupo partiu em busca de uma linguagem cênica própria, única. Iniciou, então, um período de estudos, promovendo seminários acerca do teatro contemporâneo que resultaram no espetáculo-conferência intitulado, "Endoscopia" (2005).
 
Em seguida, os seminários tornaram-se atividades anuais no calendário do grupo, sendo apresentados no intuito de estimular a discussão teatral no evento “Seminário Contemporâneo”, que já em sua 4º edição apresentou colóquios com temas relacionando o teatro à arte-educação, à sua história na cidade de Sorocaba, às mídias e ao homem contemporâneo.
 
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