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Diário de Sorocaba

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<< ENTRETENIMENTO Programa discute administração financeira

Publicada em 28/09/2017 às 17:55
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(Foto: Divulgação)
TELEVISÃO
 
A crise econômica afetou em cheio o padrão de vida de muitas famílias. O desemprego, que deixou muita gente no vermelho, fez com que outras tantas pessoas se reinventassem para pagar contas que não param de chegar. O “Globo Repórter” desta sexta-feira (29), da TV Globo, investiga a vida financeira dos brasileiros para descobrir a fórmula que parece impossível: como dar adeus aos empréstimos e fugir dos juros altos.
 
Duzentas e oitenta mil famílias já saíram do vermelho e a de Andrea é uma delas. Desde que a mineira perdeu o emprego fixo, viu sua renda cair pela metade e trabalha como autônoma, vendendo pacotes de viagem, semijoias e lingerie, e dando aulas particulares. “Não tenho emprego formal, mas tenho habilidades. Meu dom de saber vender me faz sobreviver”, conta Andrea, que joga limpo com a filha adolescente, Raquel. Os trocados que sobram alimentam o cofrinho da família, que já levou as duas para uma viagem a Ilhéus.
 
Por outro lado, a família de Sandra corre atrás para pagar as contas. Ela tem quatro filhos e o marido está desempregado desde o início do ano. Como eles, mais de 60 milhões de brasileiros estão com dívidas atrasadas. A de Sandra chega a R$ 8 mil, fora as contas de água e luz, que chegam todo mês. Para dar a volta por cima, há um ano ela e as filhas colocam a mão na massa e fazem bolos e doces para complementar a renda. Uma das filhas estuda Administração, com foco em empreendedorismo, e sonha tomar conta da confeitaria da família. 
 
O programa conta ainda a história de Rayana e Bruno. Com o objetivo de juntar dinheiro para o casamento, o casal controla todos os gastos. A regra é cortar os excessos e gastar apenas com o necessário. Bruno parou de gastar com supérfluos e, nos fins de semana, Rayana aposta no artesanato e na cozinha para complementar a renda; o casal ainda se diverte indo a lugares mais baratos ou gratuitos. Já os maranhenses Patrícia e Wanderson, que ainda não chegaram aos 30 anos, casaram, estão construindo a casa própria e organizam as finanças para a chegada do primeiro filho. Com a ajuda de um aplicativo no celular, cada centavo gasto é registrado.
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