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Diário de Sorocaba

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<< CULTURA Seis filmes estreiam nesta quinta na Cidade

Publicada em 30/08/2017 às 22:46
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(Foto: Divulgação)
CINEMA
 
Os sorocabanos têm muitas opções no cinema para este fim de semana. “Dupla Explosiva”, “Como nossos Pais”, “Atômica”, “Emoji, o Filme”, “Os Guardiões” e “O Acampamento” chegam às telas da cidade garantindo diversão para todos os gostos.
 
AÇÃO – A adrenalina fica por conta de “Dupla Explosiva”, “Atômica” e “Os Guardiões”. O primeiro, que contém um ótimo tom humorístico, mostra que fórmulas hollywoodianas desgastadas podem chegar com frescor.
 
O segurança difamado, Michael Bryce (Ryan Reynolds), e o assassino de aluguel, Darius Kincaid (Samuel L. Jackson), são a dupla de destaque do filme. Os embates com o ditador genocida, Vladislav Dukhovich (Gary Oldman), faz todas as personalidades extremas da história entrarem em colisão e entreterem o público.
 
Já a fama do diretor David Leitch de manter os trabalhos inovadores e estilosos faz com que “Atômica” também não deixe a desejar. Baseado nos quadrinhos “The Coldest City”, de Antony Johnston e Sam Hart, o longa mostra tom pulsante. Com a bela atuação de Charlize Theron, o espectador acompanha uma obra de arte na tela grande.
 
O russo “Os Guardiões” parece um compilado de sucessos de super-heróis americanos; são claras as referências a “Os Vingadores”, “Esquadrão Suicida” e “X-Men”. A trama gira em torno de pessoas com poderes especiais que são reunidas pelo governo russo e tem potencial para bater de frente com os sucessos da Marvel e da DC.
 
SUSPENSE – Para quem gosta de tomar alguns sustos, “O Acampamento” é a escolha certa. O terror psicológico do longa australiano mostra um rompimento com códigos morais e cíveis, a exposição de uma natureza selvagem na qual a ameaça é simplesmente a humana.
 
Três histórias são narradas paralelamente em um acampamento que exala brutalidade. O público ganha algumas informações e é privado de outras, o que apenas aumenta a aflição e mantém todos presos nas cadeiras até o fim.
 
DRAMA – O filme nacional ganhador do Festival de Cinema de Gramado deste ano garante uma necessária reflexão sobre os dilemas da mulher contemporânea. A narrativa de uma mulher que precisa lidar com os filhos, a mãe e o emprego faz com que boa parte do público feminino identifique-se e tenha uma abertura para o diálogo.
Raiva e ressentimento de uma vida sem possibilidades de mudança são tratados com sensibilidade. Os cenários e sons contribuem para a comoção do público, que verá a atriz Maria Ribeiro em um dos mais bem-construídos personagens de sua carreira.
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