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<< ENTRETENIMENTO Repórteres voltam a Osasco após chacina

Publicada em 08/08/2017 às 22:45
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(Foto: Divulgação)
Dois anos após uma chacina que fez 17 vítimas nas ruas e bares de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, o “Profissão Repórter” desta quarta-feira (9) revive o caso e mostra o modo como vivem os amigos e familiares, que esperam por justiça pelos que já não mais vivem.
 
O programa teve acesso aos depoimentos em audiências dos envolvidos. Quatro acusados têm julgamento marcado para o dia 18 de setembro: os policiais militares Fabrício Eleutério, Thiago Henklain e Vicotr Cristilder e o guarda civil municipal Sérgio Manhanhã.
 
O repórter Guilherme Belarmino expõe o lado da defesa dos policiais, que alegam inocência, e o das vítimas, no qual as testemunhas temem que os acusados as reconheçam.
 
Já a repórter Mayara Teixeira encontrou as famílias das vítimas, muitas das quais sequer foram procuradas pelo poder público para ter a informação de que o julgamento está marcado para o próximo mês. Pais e viúvos precisam conviver com a falta de explicações, além da depressão e dificuldades financeiras.
 
Um sobrevivente do ataque conhecido como ‘pré-chacina’ concedeu entrevista ao repórter Estevan Muniz. Francielde Santos, 25 anos, ficou dois meses no hospital após levar seis tiros.
 
O “Profissão Repórter” é exibido todas as quartas-feiras na TV Globo, após o futebol.
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