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<< COTIDIANO Tailândia é opção de destino para lua de mel Busca por promoções na Internet pode garantir bons valores

Publicada em 31/07/2017 às 11:11
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(Foto: Divulgação)
TURISMO
 
Conhecida pelas águas claras e comidas exóticas, a Tailândia foi o destino escolhido por Bárbara Winand Sotti, 22 anos, para passar a lua de mel. O País está localizado no Sudeste Asiático e permite que brasileiros entrem sem visto para aproveitarem as belezas naturais ali oferecidas. Bárbara casou-se em março deste ano e logo embarcou para o destino escolhido. “Queira ir para um lugar inusitado, bonito e barato de lua de mel”, revela. Pagando em dólar, conseguiu reduzir os custos.
 
Ciente do valor em agências de turismo, a estudante também economizou ao planejar-se sozinha. “Já sabia o site certo para ir comprar a passagem e escolher o hotel”, conta. Com uma breve pesquisa na Internet, ela encontrou um voo barato também: “Atendimento horroroso, mas preços atraentes”, brinca. Em clima de lua de mel, Bárbara não visitou muitos lugares. “A gente queria relaxar e descansar”, explica. “Fomos na Old Town Market e ficamos na Nai Harn Beach, a praia do nosso hotel”, acrescenta.
 
A gentileza do povo tailandês foi o que mais chamou a atenção da brasileira. “Eles são extremamente educados e gratos”, lembra. “Te fazem sentir como reis e rainhas e sempre estão sorrindo para você”. Nem tudo foi, porém, positivo, segundo a estudante. “Quanto mais você se aproxima da cidade, mais sujeira você encontra”, afirma. “É meio nojento para nós, brasileiros, que estamos acostumados com muita limpeza”.
 
COMIDA – “É maravilhosa!”, garante Bárbara. “Não tenho palavras para expressar meu amor pela comida tailandesa”, conta a jovem também, explicando que a culinária local é um tanto apimentada, mas que todos os restaurantes costumam ter a opção de pratos sem pimenta para os turistas. “Eles comem muitos frutos do mar, os sucos são sempre batidos na hora e, por mais que o restaurante seja simples, o prato vem sempre muito enfeitado”, diz.
 
Bárbara comenta igualmente que os tailandeses pecam apenas nos doces. “Não é muito o forte deles; não são muito ‘chegados’ em açúcar”, conta. “O País tem uma variedade enorme de frutas, então isso acaba sendo a sobremesa”.
 
 
Brasileira dá dicas para estadia
 
Bárbara Winand Sotti frisa que os turistas devem aproveitar as massagens oferecidas na Tailândia. “Faça muitas porque são baratas”, comenta. “Arrependi-me de não ter feito mais”. O conselho é de que a escolha seja por spas de maior nível de luxo: “O preço vai sair bem baixo, se comparado ao Brasil, e eles têm o lugar mais bonito”. No entanto, não são todos os serviços estéticos que têm aprovação da jovem: “Não faça unha lá, nem nenhum outro procedimento que envolva algum produto mais forte que eles usam”, alerta.
 
A falta de higiene observada deixou Bárbara desconfiada da manicure. “Fui fazer a unha e ela pegou um alicate meio estranho. Ela passou álcool ali na frente, mas, às vezes, não é o suficiente para higienizar. Dei bobeira”, lembra. A esfoliação também não resultou em uma boa experiência: “Na esfoliação, que eu saiba, você passa aquele creme com algumas bolinhas e lixa o pé. Mas lá era um produto químico muito forte, que queimou e deixou meu pé na carne viva”, relata.
 
CULINÁRIA - Bárbara é apaixonada por culinária e sempre experimenta pratos locais. “Quando viajo, gosto de comer tudo que vejo pela frente. Queria ter ficado mais tempo para comer mais”, admite.
 
Na Tailândia, atenção está apenas para os valores. “Não coma no hotel; comer lá é seis, sete vezes mais caro que comer em restaurante local. Não vale a pena!”. Por fim, a estudante sugere a estadia em hotéis mais luxuosos: “Se puder investir, invista num hotel bom, porque lá você não tem muito que fazer, é um país pequeno. A coisa principal é praia e praia é de graça”.
 
 
Caminho das Missões proporciona viagem histórica
 
Andar a pé ou de bicicleta pelas velhas estradas dos jesuítas e índios guaranis é o que milhares de turistas têm feito nas terras vermelhas das Missões, no sul do Brasil. Entre cidades, patrimônios culturais da Humanidade, sítios arqueológicos, museus e a paisagem e cultura dos gaúchos, é possível fazer um verdadeiro mergulho na formação da América Latina.
 
As Missões foram constituídas pelos jesuítas a partir das utopias de Morus, Bacon e Campanella. O filósofo Voltaire afirmou que o projeto jesuítico-guarani foi um `triunfo da Humanidade´. Montesquieu chamou de “primeiro estado industrial da América”. O padre Lugon, em seu livro, disse que foi a mais original das sociedades realizadas. Em setembro, o roteiro “29 dias do Caminho das Missões” será lançado. O trajeto de 710 quilômetros consiste em uma caminhada com saída de San Ignácio Guazú, no Paraguai, passagem pela Argentina e chegada em Santo Ângelo, já no Brasil. Os ministros do Mercosul se encontrarão na cidade para pedir a bênção do papa Francisco ao Caminho na ocasião.
 
ROTEIRO INTERATIVO - Desde 2002, há roteiros de 14 dias que partem de São Borja, de oito dias com saída de São Nicolau e de três dias, de São Miguel, sempre chegando em Santo Ângelo.
 
Muito mais que um passeio turístico, o Caminho das Missões é um roteiro interativo, onde a superação dos desafios pessoais proporcionam uma experiência inigualável de liberdade e autoconhecimento. É comum que peregrinos relatem a força emocional da caminhada, que traz satisfação espiritual após testar os limites do corpo. A busca por leveza também é explicitada, uma vez que o desgaste para chegar às belas paisagens mudam a forma de ver o mundo.
 
O Caminho das Missões pode ser feito durante todo o ano e deve ser agendado de forma individual ou participando de grupos nas datas de saídas pré-agendadas. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.caminhodasmissoes.com.br ou pelo e-mail atendimento@caminhodasmissoes.com.br .
 
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