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<< SOROCABA Justiça não concede liminar e 100% dos ônibus param Urbes orienta que usuários do transporte público alterem suas viagens, até que o serviço seja normalizado

Publicada em 27/04/2017 às 18:42
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(Foto: Arquivo/Fernando Rezende)
O Tribunal Regional do Trabalho não concedeu a liminar para que fosse mantida 70% da frota do transporte coletivo em operação nesta sexta-feira (28), dia em haverá mobilizações dentro da Greve Geral. A Urbes-Trânsito e Transportes interpôs recurso contra a decisão do Tribunal.
 
A direção da empresa pública diz lamentar esse tipo de manifestação, que prejudica o deslocamento da população e orienta aos usuários do transporte público que altere suas viagens, até que o serviço seja normalizado. 
 
O Sistema de Transporte possui 109 linhas de ônibus em operação. Circulando diariamente nos terminais cerca de 120 mil passageiros, sendo 80 mil no Terminal Santo Antonio e 40 mil no Terminal São Paulo.
 
TRÂNSITO - Os agentes de trânsito serão posicionados desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira em pontos estratégicos de tráfego para minimizar os efeitos da paralisação. A central semafórica operará em esquema diferenciado para dar fluidez às vias arteriais. Os agentes que trabalham no CCO Trânsito – Centro de Controle Operacional – auxiliarão no monitoramento do trânsito através das câmeras instaladas na cidade.
 
 “Fizemos tudo de modo a garantir, em primeiro lugar, a segurança dos nossos alunos e o direito de quem quiser trabalhar, uma vez que nenhum servidor terá falta abonada nesta sexta-feira”, explica a secretária Marta Cassar.
 
 
Categorias
 
As principais centrais sindicais do País convocaram uma greve geral para esta sexta-feira (27) em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência, que tramitam no Congresso Nacional, e a Lei da Terceirização. Várias categorias profissionais fizeram assembleias e anunciaram adesão ao movimento.
 
No Estado, pelos menos 15 categorias informaram que vão parar, entre elas os metroviários de São Paulo (com exceção da linha amarela), ferroviários (Linhas 7, 10, 11 e 12 da CPTM não funcionarão); professores da rede pública estadual, municipal e particular, bancários de São Paulo, Osasco e região; servidores municipais, trabalhadores da Saúde e Previdência do Estado e metalúrgicos de ABC.
 
Também vão parar os rodoviários de São Paulo, Guarulhos (paralisação de 24 horas com contingente de 30% das frotas), Santos, Campinas, Sorocaba e região; petroleiros das refinarias de Paulínia (Replan), Capuava (Recap) de São José dos Campos e Cubatão; portuários de Santos; petroleiros das refinarias de Paulínia (Replan), Capuava (Recap) de São José dos Campos e Cubatão; e os funcionários de Correios, que decretaram greve nacional por tempo indeterminado.
 
Os aeroviários de Guarulhos – que trabalham no check-in,  na pista, abastecimento e guichê de informações- estão em estado de greve e devem decidir em assembleia, ainda hoje, se irão paralisar as atividades.
 
As companhias Avianca, Gol e Latam informaram, em nota, que os voos poderão registrar atrasos e cancelamentos em rotas domésticas e internacionais. Os clientes poderão solicitar reembolso das passagens sem a cobrança de multas. As empresas ainda solicitam que os passageiros agilizem o procedimento de check-in via internet, aplicativos para smartphones ou totem para autoatendimento e acompanhem a situação de seus voos por meio dos sites das companhias antes de comparecerem ao aeroporto.
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