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Publicada em 16/03/2017 às 15:38
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Muitos esperaram por este momento desde que eram crianças; ver um remake da animação de “A Bela e a Fera” em uma versão com atores. Finalmente, após muitos trailers e teasers, o filme estreia nesta quinta-feira (16) em todo o País. Com um orçamento de 150 milhões de dólares, o remake mostra um pouco a história e a comercialização do desenho de 1991.
 
Na época em que a animação foi lançada, o estúdio Disney vivia um momento não tão criativo, no qual estava consolidando uma nova fase. “A Bela e a Fera” chegava em uma esteira de sucesso, que foi além da animação, com tecnologia em evolução, permitindo utilizar técnicas inovadoras, como a sequência da famosa dança no salão entre os protagonistas, confeccionada através da animação tridimensional. O desenho quebrou o paradigma em ser a primeira animação da história indicada ao Oscar, na principal categoria de Melhor Filme, em uma época de apenas cinco produções cinematográficas presenteadas com tal honraria.
 
Atualmente, em uma nova década e novas regras, a Disney vem reinventando-se cada vez mais, criando a tendência de refazer os clássicos animados em versão “liveaction”, com atores reais. Pode-se dizer que os remakes começaram em 1996, com “101 Dálmatas”, depois em 2010, com “Alice no País das Maravilhas”, mas o sucesso emplacou mesmo em 2014, quando a Disney lançou “Malévola”, uma repaginada na história de “A Bela Adormecida”, e engatou de vez com “Cinderela” (2015) e “Mogli: o Menino Lobo” (2016). Em breve, versões de “Dumbo”, “Aladdin”, “Mulan” e “O Rei Leão” devem ser lançadas sob direção de Jon Favreau.
 
No remake de “A Bela e a Fera”, a narrativa apresenta um príncipe egocêntrico que tinha tudo, menos humildade, e, ao negar abrigo a uma idosa, acaba sendo amaldiçoado por uma feiticeira, que o transforma em uma aberração. Segundo críticas, Bill Condon cria um filme belíssimo visualmente. Considerado dono de uma direção de arte chamativa, fotografia que salta da tela e figurinos que garantem presença ao próximo Oscar, o diretor faz com que o público seja transportado para a animação de 1991, que ganhou vida, literalmente.
 
O longa conta com nomes bastante conhecidos de Hollywood, como Emma Watson, Dan Steves, Luke Evans, Emma Thompson e Ian McKellen. 
 
COMÉDIA - Também está estreando nesta quinta-feira a comédia “Tinha que ser ele?”, com direção de John Hamburg. A narrativa gira em torno de Ned Fleming, que decide passar o Natal em família na Califórnia, para visitar a filha,  Stephanie. Mas, chegando ao local, a família é apresentada ao namorado de Steph, Laierd Mayhew, um jovem bilionário, que vive um estilo diferente de vida ao que Ned está acostumado. Então, começa o embate entre os dois, e Ned faz o possível para separá-los, enquanto o rapaz tenta provar ser um bom namorado para Steph.
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