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<< SOROCABA Merendeiras entram em greve mediante atraso de pagamento Diretoria Regional de Ensino aguarda finalização do pregão com nova empresa

Publicada em 14/03/2017 às 15:22
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(Foto: Divulgação)
A assembleia e posterior paralisação das merendeiras, junto ao Sindicato dos Trabalhadores em Refeição de Sorocaba e Região nesta segunda-feira (13), resultou em pedido de greve da categoria, após atrasos no pagamento do salário de março e dos vales refeição e transporte.
 
“Conversamos com as trabalhadoras. A Diretoria de Ensino está cumprindo a parte dela, mas a empresa não garantiu nenhuma data”, esclarece a diretora do Sindicato, Nádia Tesoto.
 
Dezessete escolas foram afetadas pela paralisação ontem, ou seja, uma pela manhã e 16 pela tarde, segundo o dirigente regional de Ensino, Marco Aurélio Bugni. “Mas as escolas têm o procedimento com produtos já preparados, como sucos, bolos e bolachas”, garante.
 
Bugni conta que a empresa Especialy, atual responsável pelo fornecimento de merendas e pagamento de funcionários, faz o serviço e mostra a nota fiscal no fim do mês, o que ainda não foi feito em março.
 
A empresa está operando em caráter emergencial, após a Soluções ter sido punida por outra secretaria estadual, de acordo com o dirigente. “Demos entrada em um pregão e a próxima definitiva será a Coelfer; estamos no aguardo da finalização”, explica.
 
A paralisação não gera custos extras ao Estado, segundo Bugni, uma vez que a pasta paga pela prestação de serviços que, no caso, não está ocorrendo. “Solicitamos à Procuradoria Geral um envio de multa à empresa.”
 
Até 63 mil merendas são distribuídas diariamente em 83 escolas estaduais de Sorocaba. Nádia Tesoto ainda não sabe o número de unidades que será atingido pela greve. “Algumas merendeiras optam por continuar o trabalho”, comenta.
 
A paralisação continuará até que os valores sejam regularizados entre a empresa e os funcionários.
 
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