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Diário de Sorocaba

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<< INTERNACIONAL Polícia prende manifestantes que protestavam em Washington

Publicada em 21/01/2017 às 08:21
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A polícia norte-americana usou spray de pimenta para dispersar manifestantes, de um grupo organizado, que protestava contra Donald Trump, que assumiu a presidência dos Estados Unidos, em cerimônia no Capitólio, o prédio do Congresso americano. Fachadas de lojas e agências bancárias foram depredadas por manifestantes mascarados.
 
Em alguns momentos, longe do Capitólio, os ativistas - que se vestiram de preto e cobriram os rostos - amassaram carros e quebraram vidros. Outros, porém, usaram o bom humor e desfilaram pelas ruas com cartazes dizendo "Resistam a Trump, realizem a justiça do clima agora” e "Palestina livre".
 
A polícia interveio, usando spray de pimenta, quando cerca de 100 manifestantes começaram a depredar pequenas lojas e a gritar contra o capitalismo. Alguns ativistas chegaram a jogar tijolos para quebrar as janelas do comércio.
 
Manifestantes gritaram para a polícia: "Mãos para cima, não atire", numa referência a um refrão adotado em protestos depois que a polícia matou Michael Brown, em 2014, em Ferguson, estado de Missouri. De acordo com a polícia, várias pessoas foram presas sob acusações que incluem tumulto e vandalismo.
 
Outro grupo de manifestantes fez uma passeata contra as políticas de Trump ontem em ruas próximas ao Congresso, muitas fechadas para o trânsito de veículos e algumas inclusive para pessoas. O grupo defende os interesses de homossexuais, da união homoafetiva e ainda critica as políticas anti-imigração de Trump. 
 
Segundo um dos organizadores, mais de mil pessoas participaram da passeata. "Rejeitem o fascismo", "LGBT contra Trump", "Trump é racista" e "Trump é um bandido" estavam entre os cartazes segurados pelos manifestantes e as frases ditas na marcha. Esta última é uma alusão ao discurso de Trump durante a campanha.
 
FILIPINAS - Ativistas de esquerda e muçulmanos nas Filipinas também saíram em protesto ontem pedindo para que o presidente do país, Rodrigo Duterte, mantenha sua promessa de traçar uma política externa independente dos EUA e que fique longe de Donald Trump. Os 200 manifestantes queimaram uma bandeira dos EUA perto da embaixada americana.
 
Eles pediram o fim da presença das tropas americanas no país. Eles seguravam diversas placas, incluindo uma com a frase: "Donald Trump, não mexa com as Filipinas". Tropas impediram que os manifestantes chegassem perto da embaixada. Os ativistas disseram que Trump é mais alarmante que Barack Obama por causa de seus comentários ofensivos.
 
 
 
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