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<< POLÍTICA No Rio, Crivella reduz comissionados à metade

Publicada em 02/01/2017 às 09:13
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Crivella assumiu publicando 78 decretos em edição extra do Diário Oficial do município
O novo prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), tomou posse neste domingo (1º) com discurso de austeridade. "A ordem é a seguinte: é proibido gastar. O Rio de Janeiro está num contexto de crise econômica estadual e nacional e precisa se resguardar", afirmou. Entre as medidas que estuda para aumentar a receita estão a mudança na cobrança do IPTU, com aumento do imposto, e a revisão da planta de valores do município.
 
As medidas faziam parte do plano de governo do seu adversário na disputa pela prefeitura, Marcelo Freixo (PSOL), duramente criticadas pelo agora prefeito durante a campanha. Crivella avalia ainda a criação de um imposto sobre o turismo e rever incentivos fiscais.
 
Crivella assumiu publicando 78 decretos em edição extra do Diário Oficial do município. Cortou em 50% os cargos comissionados e anunciou um plano para reduzir em 25% os custos com contratos. A maioria dos decretos trata de planos a serem desenvolvidos, como a elaboração de projeto contra arrastões e pequenos delitos nas praias. Mas outros impõem medidas de execução imediata, como o corte de 50% dos gastos com cargos comissionados.
 
Crivella tomou posse no início da tarde, na Câmara Municipal. No discurso, agradeceu a Deus, elogiou o arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, e citou o tio, o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual é bispo licenciado. "Agradeço muito essa bondade e esse amor inexplicável que Deus tem por cada um de nós e que nos seus desígnios nos conduziu à posição que hoje assumimos quando tomamos posse."
 
Turismo
 
Em entrevista, o prefeito comentou proposta de criar a taxa de turismo para elevar arrecadação do município. O imposto, "de R$ 4 ou R$ 5", seria cobrado do turista nos hotéis. Ele falou sobre a ideia ao comentar a redução da receita da cidade, com queda na arrecadação de ISS (Imposto Sobre Serviços e ITBI (imposto sobre venda de imóveis). Segundo ele, essa taxa é cobrada "no mundo inteiro".
 
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