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<< COTIDIANO Missa solene marca despedida de dom Paulo Evaristo na Sé

Publicada em 17/12/2016 às 09:22
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Uma celebração solene, na Catedral Metropolitana da Sé, no centro da Capital paulista, ontem à tarde, marcou a despedida de dom Paulo Evaristo Arns, depois de aproximadamente 44 horas de velório. O caixão do cardeal foi lacrado às 14h30, quando foi encerrada a visitação pública ao corpo. 
 
A Missa de Exéquias – honras fúnebres – teve duas horas de duração e foi presidida pelo cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, com a participação de cardeais, bispos, dezenas de padres, diáconos e religiosos. A catedral, que tem capacidade para 2.300 pessoas, estava lotada. Uma grande faixa da Pastoral do Povo de Rua foi estendida em meio aos populares que participavam da Celebração.
 
Entre os presentes, estavam o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, o prefeito da Capital, Fernando Haddad, e outras autoridades. Após a cerimônia, o corpo de Dom Paulo foi sepultado na cripta da Catedral, localizada embaixo do altar-mor da igreja. O sepultamento foi restrito a familiares, arcebispos, cardeais e autoridades. Para que o público acompanhasse, foram instalados televisores dentro da igreja e dois telões na escadaria, que fica de frente para a Praça da Sé.
 
Na cripta já estão sepultados 11 bispos, dois arcebispos, o cacique Tibiriçá, o Regente padre Feijó e o padre Bartholomeu de Gusmão. Após o sepultamento, a cripta foi aberta para o público. Dom Paulo morreu aos 95 anos, após permanecer internado no Hospital Santa Catarina, com quadro de broncopneumonia. Ele completou 71 de sacerdócio e 76 de vida franciscana e era cardeal desde 1973. Foi, também, arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.
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