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<< EDITORIAL Sonhos e ideais

Publicada em 07/09/2016 às 05:26
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Em meio às turbulências políticas que o Brasil vai vivendo por conta do afastamento definitivo da ex-presidente Dilma Rousseff, muito mais do que ser lembrada nesta data em que se comemora a passagem dos 194 anos do Grito do Ipiranga, a Independência é um processo que precisa ser levado a sério permanentemente, todos os dias do ano. É um processo que deve se firmar cada vez mais na mente e no coração dos brasileiros, tendo em vista tudo aquilo que ela representa para a Nação. A Independência, proclamada por dom Pedro I nas circunstâncias em que o foi, nada mais representou do que o fruto da consciência nacional da época.               
 
O fato é que hoje e sempre deve existir nas ruas, nas escolas, nos locais de trabalho, nas igrejas, nos templos e nos meios militares um sentimento de amor à Pátria, exatamente como os brasileiros daquela época também vivenciaram momentos difíceis e de grandes problemas. Muitas vezes, a juventude não consegue assimilar e concretizar tudo aquilo que deseja, principalmente por que, embora tenha capacidade de pensar, acaba não agindo como se deve para a realização de seus sonhos e ideais. Não raras vezes, desmotivados com tudo aquilo de pior que acontece no País, os jovens tendem a imaginar coisas ruins com muito mais frequência dos que as coisas boas. Na verdade, lembrando-se sempre dos grandes vultos da nossa História, o que eles precisam é vencer os obstáculos e procurar acumular ideias positivas e criativas.                  
 
A Pátria é algo que sempre haverá de precisar da luta, do ideal e do amor de todos os seus filhos. Vale, portanto, a reafirmação de que a Independência deve ser vivenciada todos os dias. Trata-se de um processo de liberdade, de um processo igualitário, justo e perfeito. Todos devem enfrentar o momento histórico que vivemos. Falamos de um momento particularmente importante, inclusive de grande firmação política e democrática. É preciso fazer de cada momento uma oportunidade em benefício de todos.                   
 
É dessa forma que a Independência será sedimentada cada vez mais. A participação de todos exige, antes de mais nada, consciência e o exercício do voto livre, sem pressões e sem manipulações. Nesta data cívica de 7 de Setembro, lembremo-nos todos de que antes de termos compromissos com homens ou com partidos políticos, devemos ter compromisso é com a Pátria, que sempre queremos ver livre, soberana e democrática.                                 
 
Esses princípios precisam ser formados e gerados não apenas nesta data, mas também de forma perene, já que são frutos de um processo que deve ser levado à frente todos os dias, com cada brasileiro desenvolvendo um papel de grande importância. É dessa maneira que cada um de nós poderá contribuir para que o Brasil possa ser cada vez melhor para todos.  
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