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<< Secretário da Saúde sugere união de cidades para acolher pacientes

Publicada em 26/03/2016 às 22:59
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O secretário municipal de Saúde, Francisco Fernandes, sugere que os municípios próximos à cidade unam-se para viabilizar, de forma conjunta, residências terapêuticas para acolher seus respectivos pacientes internados em Sorocaba. 
 
“É o caso do colegiado de Itapeva, que tem quatro, e o de Itapetininga, que tem oito pacientes no ‘Vera Cruz’. Podemos resolver a situação de forma regional e não individual”, exemplifica Fernandes. 
 
Ainda de acordo com ele, foi constatado boa vontade de parte dos municípios em montar residências terapêuticas e estrutura de assistência para assumir seus pacientes de saúde mental. 
 
“Mas esses municípios esbarram-se em problemas financeiros, dificuldades em cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e falta de garantia de recursos para providenciar equipamentos para atender a esses pacientes”, explica o secretário. 
 
A analista técnica de Políticas Sociais da Coordenadoria Nacional de Saúde, Thaís Soboslai, reconhece que Sorocaba faz sua parte por ter equipe de desinstitucionalização, aparelhos na rede de assistência e oferecer leitos hospitalares específicos para esse público. 
 
O município tem 26 residências terapêuticas para abrigar pacientes que tiveram alta médica e, até meados do ano, serão ao todo 40 em funcionamento e mais um Centro de Atenção Psicossocial neste ano. 
 
Já a coordenadora de Saúde Mental de Sorocaba, Mirsa Elisabeth Dellosi, reitera que a cidade assumiu o processo de reforma psiquiátrica, definido pela Política Nacional de Saúde Mental, para reinserção psicossocial de internados. 
 
 “Nesse sentido, o TAC é uma ferramenta que veio para agilizar e garantir a execução desse processo de desinstitucionalização que Sorocaba está capitaneando. No que depender da gente, vamos cumprir a nossa parte”, garante Mirsa. 
 
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