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<< Nova caderneta da gestante orienta na prevenção contra Aedes aegypti Estão sendo investidos R$ 3,7 milhões para a impressão de 3.192.737 cadernetas e fichas perinatais

Publicada em 02/03/2016 às 06:57
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(Agência Brasil)
Em meio à epidemia do vírus Zika no País, a nova versão da Caderneta da Gestante, recém-lançada pelo Ministério da Saúde, traz informações sobre prevenção e proteção contra o mosquito Aedes aegypti. O documento é utilizado no acompanhamento do pré-natal por profissionais de saúde e por mulheres no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
 
A nova caderneta inclui um cartão de acompanhamento do pré-natal para registrar consultas clínicas e odontológicas, resultados de exames e vacinas, e, ainda, orientações sobre o acompanhamento no pré-natal, informações sobre cuidados na gestação, sinais de trabalho de parto, fisiologia do parto humanizado e cuidados com o puerpério e amamentação.
 
“A caderneta favorece a qualificação da atenção pré-natal à medida que os procedimentos e condutas clínicas são realizados e avaliados, sistemática e periodicamente, em todas as consultas, junto com possíveis diagnósticos, que são devidamente registrados no documento. Isso permite um fluxo melhor de informações entre os profissionais, serviços de saúde e um cuidado mais adequado à paciente”, informou o ministério.
 
INVESTIMENTO - Ainda de acordo com a pasta, estão sendo investidos R$ 3,7 milhões para a impressão de 3.192.737 cadernetas e fichas perinatais, instrumento de registro do pré-natal, que será anexado ao prontuário da gestante e servirá como espelho da caderneta.
 
A primeira versão da Caderneta da Gestante foi publicada em 2015. A estratégia do governo é apostar em uma linguagem simples e objetiva para dialogar com as mulheres durante a gestação, por meio de textos e figuras explicativas nas ações de educação em saúde.
 
 
Pensão para bebês com 
microcefalia no Nordeste
 
O superintendente no Nordeste do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Rolney Tosi, apoia a criação de uma pensão especial para bebês com microcefalia, em decorrência do vírus Zika, proposta feita pelo Estado de Pernambuco. O gestor enviou ontem uma carta à presidência do instituto mostrando a proposta.
 
A carta é resultado do entendimento de vários órgãos participantes de um seminário, na última quinta-feira (25), sobre assistência social voltada às crianças com microcefalia decorrente do Zika. A ideia foi levada ao encontro pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude pernambucana. A razão citada pelo secretário da pasta, Isaltino Nascimento, é de que nem todas as famílias se enquadram nos critérios para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), do INSS.
 
“Concordo [com a proposta], porque estamos vendo o que sai na imprensa. Não se sabe até quanto tempo essas crianças podem sobreviver, e a gente vê que é uma necessidade que toda família vai ter, principalmente no começo da vida desses bebês”, defende Tosi. Muitas mães relatam dificuldade em ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada.

 

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