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<< Secretário de Saúde cobra repasse de recursos federais

Publicada em 27/02/2016 às 06:34
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O secretário da Saúde, Francisco Antônio Fernandes, esteve mais uma vez em Brasília – a segunda em menos de um mês - para cobrar do Ministério da Saúde repasses federais para novos investimentos e manutenção de serviços, já disponíveis em Sorocaba pela rede municipal. São pleiteados, ao todo, mais de R$ 16 milhões para aplicação nas áreas de Atenção Básica e Saúde Mental, mas, sobretudo, nos setores de Urgência e Emergência.
 
Fernandes está otimista quanto à liberação dos recursos. “Esperamos que as habilitações das unidades de saúde, que viabilizam os repasses federais, ocorram até abril. Tudo está aprovado, só faltam as portarias de autorização. Seria um alento para o orçamento da Secretaria da Saúde, que é de aproximadamente R$ 500 milhões ao ano”, adianta. A primeira viagem de Fernandes a Brasília, neste ano, foi em 21 de janeiro. Na ocasião, o secretário apontou para a falta de financiamento de algumas estruturas.
 
Em relação a novos investimentos, a pasta espera obter uma verba de R$ 2,5 milhões, que seria utilizada para viabilizar a reforma de 17 Unidades Básicas de Saúde, e de R$ 2,7 milhões para construção de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24 horas, no Parque das Laranjeiras. “Essa UPA melhoraria o afluxo dos atendimentos nos Pronto-Atendimentos Laranjeiras e São Guilherme”, aponta o secretário.
 
Em relação ao custeio das unidades em funcionamento, ele explica que reivindicou cerca de R$ 4,8 milhões ao ano para a UPA do Éden e Unidade Pré-Hospitalar Zona Oeste. Já a habilitação do Samu Regional 192 possibilitará que Sorocaba receba R$ 232,3 mil ao mês, contra os atuais R$ 109 mil, colocando nos cofres do Fundo Municipal de Saúde R$ 1,5 milhão em um ao. Em seguida, cobrou a qualificação do Samu Regional, que deve ocorrer em abril deste ano e melhorará, ainda mais, os repasses.
 
Francisco Fernandes destaca que a requisição da Santa Casa pela Prefeitura, que completou dois anos, necessita, no momento, da habilitação de 12 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), dos quais oito de adultos e quatro de neonatal. Isso representaria uma economia de R$ 4,1 milhões, ao ano, ao município.
 
Na Coordenadoria de Saúde Mental, em Brasília, Fernandes discutiu as necessidades de o município ter logo resolvido pelo Ministério da Saúde, em definitivo, a questão dos repasses já acertados e dos equipamentos disponibilizados de modo a permitir a conclusão do processo de desinstitucionalização de pacientes, o que está previsto para o final deste ano.
 
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