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<< Urbes teme queda de passageiros; número de usuários já caiu 4,8% Segundo presidente da empresa pública, Renato Gianolla, situação pode piorar

Publicada em 27/02/2016 às 06:31
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(Fernando Rezende)
A queda de 4,8% dos passageiros transportados pelo transporte coletivo de Sorocaba preocupa a Urbes-Trânsito e Trânsito. Conforme disse nesta sexta-feira (26) o presidente da empresa pública, Renato Gianolla, durante audiência pública, na Câmara de Sorocaba, para apresentação das metas fiscais do município relativas ao terceiro quadrimestre de 2015, a crise no transporte acentuou-se em janeiro deste ano e pode piorar no decorrer de 2016, refletindo na arrecadação da empresa. A receita primária da Urbes foi de R$ 200 milhões e a despesa somou R$ 222 milhões. 
 
Entre setembro a dezembro, de acordo com o Secretário da Fazenda, Aurílio Caiado, a Prefeitura apresentou uma receita primária total de R$ 1,685 bilhão contra uma despesa primária de R$ 1,557 bilhão, com um resultado primário, que representa a diferença entre essas receitas e as despesas primárias, de R$ 128,668 milhões.
 
Sobre o resultado primário total, em que se soma Prefeitura, Câmara Municipal, Saae, Funserv Previdência, Funserv Saúde, Parque Tecnológico e Urbes, a receita total foi de R$ 2,342 bilhões e a despesa de R$ 2,245 bilhões. Segundo os dados apresentados, houve um crescimento de 7% na receita primária total em relação a 2014, mas, como explicou o secretário, levando em conta a inflação do período, que foi de 10%, o déficit foi de 3%, enquanto a receita tributária teve um crescimento de 6%, e da mesma forma, se considerada a inflação, uma queda real de 4%.
 
A receita de contribuições cresceu no período 11% enquanto as transferências correntes subiram 4%, abaixo da inflação, assim como a receita oriunda do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, que teve acréscimo de 2%. O maior crescimento deu-se na receita de capital, que aumentou 160% em relação ao mesmo período do ano passado, passando de R$ 26,9 milhões para R$ 70 milhões. 
 
O secretário ressaltou o esforço da Prefeitura e demais entes em reduzir as despesas, incluindo os gastos com pessoal, que no 3º quadrimestre foi de R$ 1,030 bilhão ou 11% maior que no mesmo período de 2014. “Se descontada a inflação, houve um acréscimo de menos de 1%, que é quase a estagnação do gasto com pessoal”, disse.
 
Já o diretor do Saae destacou que o início do pagamento do Cred Termo de Ajuste de Conduta, firmado com o Ministério Público, aumentou a dívida do Saae. A autarquia apresentou nos últimos meses de 2016 uma receita líquida de R$ 198 milhões e uma despesa líquida de R$ 170 milhões. Sobre os números da Funserv, na Saúde, a receita primária no período foi de R$ 67,7 milhões e a despesa primária de R$ 65,3 milhões, e na Previdência a receita primária foi de R$ 189,6 e a despesa primária de R$ 183,7 milhões.
 
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Ronaldo Acquaviva - 27/02/2016 - 09:02:47