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<< Parques aquáticos inauguram novos brinquedos para o verão

Publicada em 15/11/2015 às 01:11
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Foto: Divulgação
Detentor da maior reserva de água doce no mundo, o Brasil transformou a riqueza natural em atrativo turístico. Os três melhores parques aquáticos do País, segundo o “Trip Advisor”, o Beach Park (CE), o Hot Park (GO) e as Thermas dos Laranjais (SP) inauguram novas atrações neste fim de ano. Na semana passada, o Hot Park apresentou o Hotibum, uma megaestrutura de 5,4 mil metros quadrados com piscinas, toboáguas e um balde com 12 metros de altura, que exigiu R$ 12,5 milhões de investimentos apenas neste ano.
 
A inauguração ocorreu menos de um mês após o Thermas dos Laranjais, em Olímpia (SP), também ter inaugurado esta nova atração: uma pista de surf em meia lua, que, segundo os administradores do parque é a única do mundo. Já o Beach Park, próximo a Fortaleza, marcou para dezembro a inauguração do toboágua Vaikuntudo. Trata-se de uma descida que parte de uma torre de 25 metros de altura e passa por um enorme funil. Para adquirir a nova atração, o parque investiu R$ 35 milhões no brinquedo e em um espaço de convivência.
 
Somados, o Hot Park e o Thermas dos Laranjais investiram mais de R$ 42 milhões e mobilizaram mais de 200 trabalhadores. A renovação, pautada pela tecnologia, deve-se especialmente à redução de encargos da cadeia produtiva. A diminuição de tributos para os parques temáticos vale para importação de equipamentos sem similares no Brasil, uma conquista do Ministério do Turismo que já tem dois anos. A tarifa foi reduzida de 20 para 0%. Entre os equipamentos isentos estão peças em fibra de vidro para a montagem de tobogãs.
 
Os parques temáticos têm um grande potencial de crescimento, de acordo com o Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas. Recebem 12 milhões de visitantes por ano e faturam cerca de R$ 1,5 bilhão. Alain Baldacci, presidente do Sistema Integrado, afirma que a tecnologia tem sido o diferencial dos parques temáticos porque proporciona às pessoas experimentar várias sensações. Entre os associados, o investimento em tecnologia é de, pelo menos, R$ 100 milhões por ano. Quase a totalidade desta tecnologia é comprada de fabricantes estrangeiros, que usam recursos desde a indústria aeronáutica à bélica.
 
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